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19 de September de 2017 - 09h29

Projeto da UFMS amplia atendimento das UBS em Campo Grande

O projeto do curso de Farmâcia atende pacientes diagnosticados com doenças crônicas não transmissíveis

DIEGO EUBANK, JOÃO VICTOR REIS, RAIRA REMBI
Unidade atende comunidade do bairro Moreninhas IIIUnidade atende comunidade do bairro Moreninhas III  (Foto: Diego Eubank)

O projeto "Contribuições do Farmacêutico no Cuidado de Condições Crônicas na Atenção Primária à Saúde" realizado por acadêmicos do curso de Farmácia da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) auxilia os serviços das Unidades Básicas de Saúde (UBS), que ampliaram a capacidade de atendimento em setembro deste ano, com a contratação de novos médicos pela Prefeitura de Campo Grande. O programa é coordenado pela professora do curso, Camila Guimarães Polisel e atende pacientes que possuem doenças crônicas não transmissíveis. De acordo com dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) de 2013, as patologias são responsáveis por 72,6% das mortes no Brasil.


  Os remédios são distribuidos gratuitamente (Foto: Raira Micheli)

O projeto, criado em 2015 com a colaboração da UFMSSecretaria Municipal de Saúde Pública (SESAU), é constituído por alunos bolsistas e voluntários. Para Camila Polisel, um dos propósitos do programa é aproximar os acadêmicos dos pacientes das UBS. "Nós temos aproximadamente 10 acadêmicos de Farmácia que cobrem seis unidades localizadas em bairros periféricos. O projeto foi criado em decorrência da necessidade de fortalecer as atividades clínicas farmacêuticas de Campo Grande".

De acordo com a coordenadora, os acadêmicos desenvolvem atividades clínico farmacêuticas, direcionadas às pessoas com doenças crônicas, como diabetes, hipertensão, dislipidemias, cessação de tabagismo nas UBS. "O projeto tem ênfase em doenças crônicas, e faz orientações direcionadas ao uso correto dos medicamentos, descarte, armazenamento domiciliar, triagem para reações adversas dos medicamentos como intoxicação medicamentosa, estimulam também adesão a terapia não só terapia farmacológica como a terapia não farmacológica".

O farmacêutico da Prefeitura Municipal de Campo Grande, Amador Alves Bonifácio trabalha com Camila Polisel no projeto. Para Bonifáco, o programa funciona para que funcionários e acadêmicos troquem informações. "É útil para os dois lados, tanto para os funcionários que entram em contato com o lado acadêmico quanto para os estudantes, que adquirem maior experiência profissional".

De acordo com o farmacêutico, as unidades de farmácia clínicas existentes em Campo Grande demandam mais do que os funcionários da Prefeitura podem cumprir. “O apoio dos alunos foi fundamental, pois foi possível realizar uma expansão no setor farmacêutico de Campo Grande. Sem o auxílio deles, não teríamos dado conta”.

Bonifácio afirma que os acadêmicos também realizam outras atividades nas Unidades Básicas de Saúde. “Junto ao projeto de pesquisa com os pacientes, são administrados palestras para população com o intuito de conscientizar um uso racional dos medicamentos. Há um certo medo na relação paciente e médico, então o que ocorre é uma maior busca e confiança nos farmacêuticos a respeito de dúvidas".

Para o acadêmico do curso de Farmácia da UFMS, Éder Leal o objetivo do projeto é desenvolver a habilidade do farmacêutico de dialogar e entender o paciente. “O profissional de farmácia sempre vai ter contato com o paciente, então ele precisa tanto do conhecimento técnico do medicamento como da habilidade de se comunicar”. Os profissionais e acadêmicos são responsáveis por orientar o paciente desde a retirada do remédio na UBS ao descarte. “A gente dá a orientação de como tomar os medicamentos. Se o remédio pode ser tomado em jejum, ou se precisa comer antes, por exemplo”. 

A farmacêutica Wesllaine Crepaldi Vieira Rocha afirma que a UBS distribui medicamentos para os pacientes gratuitamente. "Nós não trabalhamos com venda, nós focamos mais na saúde do paciente". Para Wesllaine Rocha, é importante que o consumo dos medicamentos esteja de acordo com o receitado pelo médico. "Um paciente sentia muita dor no estômago diariamente porque tomava o remédio pela manhã, sendo que aquele remédio deveria ser tomado depois do almoço. São coisas simples, que o farmacêutico tem o dever de informar ao paciente para que ele tenha o tratamento adequado".

O projeto do curso de farmácia da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), "Contribuições do Farmacêutico no Cuidado de Condições Crônicas na Atenção Primária à Saúde" dá assistência às Unidades Básicas de Saúde (UBS) por meio dos acadêmicos. São atendidos pacientes que possuem doenças crônicas não transmissíveis, responsáveis por 72,6% das mortes no Brasil em 2013, segundo o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Coordenado pela professora doutora Camila Guimarães Polisel, o projeto criado em 2015 é uma parceria da UFMS com a Secretaria Municipal de Saúde Pública (SESAU). 


  Os remédios são distribuidos gratuitamente (Foto: Raira Micheli)

De acordo com a professora, o projeto é constituído por bolsistas e voluntários, "Nós temos aproximadamente 10 acadêmicos de farmácia que cobrem seis unidades localizadas em bairros periféricos. Abrimos também vagas para voluntários e bolsistas de outros projetos". Ainda segundo Camila Polisel, "O projeto foi criado em decorrência da necessidade de fortalecer as atividades clínicas farmacêuticas de Campo Grande e buscar a aproximação dos acadêmicos com os profissionais que trabalham nas UBS".

São desenvolvidas pelos acadêmicos nas UBS atividades clínico farmacêuticas, direcionadas à pessoas com doenças crônicas como diabetes, hipertensão, dislipidemias, cessação de tabagismo.  De acordo com Camilia Polisel, "O projeto tem ênfase em doenças crônicas, e faz orientações direcionadas ao uso correto dos medicamentos, descarte, armazenamento domiciliar, triagem para reações adversas dos medicamentos como intoxicação medicamentosa, estimulam também adesão a terapia não só terapia farmacológica como a terapia não farmacológica".

O farmacêutico da Prefeitura Municipal de Campo Grande, Amador Alves Bonifácio trabalha com Camila Polisel na realização do projeto. Bonifácio afirma, "O principal objetivo é a troca de conhecimento entre funcionários e acadêmicos. É útil para os dois lados, tanto para os funcionários que entram em contato com o lado acadêmico quanto para os estudantes, que adquirem maior experiência profissional".

De acordo com Bonifácio, a demanda das unidades de farmácia clínicas existentes em Campo Grande está acima do que os funcionários da prefeitura podem cumprir. “O apoio dos alunos foi fundamental, pois foi possível realizar uma expansão no setor farmacêutico de Campo Grande. Sem o auxílio deles não teríamos dado conta”.

Ainda segundo Bonifácio os acadêmicos realizam outras atividades nas UBS, “Somado ao projeto de pesquisa com os pacientes, são administrados palestras para população com o intuito de conscientizar um uso racional dos medicamentos. Há um certo medo na relação paciente e médico, então o que ocorre é uma maior busca e confiança nos farmacêuticos a respeito de dúvidas".

Para o acadêmico de farmácia da UFMS, Éder Leal o objetivo do projeto é desenvolver a habilidade do farmacêutico de conversar com o paciente. “O profissional de farmácia sempre vai ter contato com o paciente, então ele precisa tanto do conhecimento técnico do medicamento como da habilidade de se comunicar”. Os profissionais e acadêmicos são responsáveis por orientar o paciente desde o momento em que retira o remédio na UBS até o descarte. “A gente dá a orientação de como tomar os medicamentos. Se o remédio pode ser tomado em jejum, ou se precisa comer antes, por exemplo”. 

A farmacêutica Wesllaine Crepaldi Vieira Rocha destaca que a UBS distribui medicamentos para os pacientes gratuitamente. "Nós não trabalhamos com venda, nós focamos mais na saúde do paciente". Ainda segundo Wesllaine Rocha existe a necessidade da conscientização do consumo do remédio. "Um paciente sentia muita dor no estômago diariamente porque tomava o remédio pela manhã, sendo que aquele remédio deveria ser tomado depois do almoço. São coisas simples que o farmacêutico tem o dever de informar ao paciente para que ele tenha o tratamento adequado".

 

O projeto do curso de farmácia da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), "Contribuições do Farmacêutico no Cuidado de Condições Crônicas na Atenção Primária à Saúde" dá assistência às Unidades Básicas de Saúde (UBS) por meio dos acadêmicos. São atendidos pacientes que possuem doenças crônicas não transmissíveis, responsáveis por 72,6% das mortes no Brasil em 2013, segundo o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Coordenado pela professora doutora Camila Guimarães Polisel, o projeto criado em 2015 é uma parceria da UFMS com a Secretaria Municipal de Saúde Pública (SESAU). 


  Os remédios são distribuidos gratuitamente (Foto: Raira Micheli)

De acordo com a professora, o projeto é constituído por bolsistas e voluntários, "Nós temos aproximadamente 10 acadêmicos de farmácia que cobrem seis unidades localizadas em bairros periféricos. Abrimos também vagas para voluntários e bolsistas de outros projetos". Ainda segundo Camila Polisel, "O projeto foi criado em decorrência da necessidade de fortalecer as atividades clínicas farmacêuticas de Campo Grande e buscar a aproximação dos acadêmicos com os profissionais que trabalham nas UBS".

São desenvolvidas pelos acadêmicos nas UBS atividades clínico farmacêuticas, direcionadas à pessoas com doenças crônicas como diabetes, hipertensão, dislipidemias, cessação de tabagismo.  De acordo com Camilia Polisel, "O projeto tem ênfase em doenças crônicas, e faz orientações direcionadas ao uso correto dos medicamentos, descarte, armazenamento domiciliar, triagem para reações adversas dos medicamentos como intoxicação medicamentosa, estimulam também adesão a terapia não só terapia farmacológica como a terapia não farmacológica".

O farmacêutico da Prefeitura Municipal de Campo Grande, Amador Alves Bonifácio trabalha com Camila Polisel na realização do projeto. Bonifácio afirma, "O principal objetivo é a troca de conhecimento entre funcionários e acadêmicos. É útil para os dois lados, tanto para os funcionários que entram em contato com o lado acadêmico quanto para os estudantes, que adquirem maior experiência profissional".

De acordo com Bonifácio, a demanda das unidades de farmácia clínicas existentes em Campo Grande está acima do que os funcionários da prefeitura podem cumprir. “O apoio dos alunos foi fundamental, pois foi possível realizar uma expansão no setor farmacêutico de Campo Grande. Sem o auxílio deles não teríamos dado conta”.

Ainda segundo Bonifácio os acadêmicos realizam outras atividades nas UBS, “Somado ao projeto de pesquisa com os pacientes, são administrados palestras para população com o intuito de conscientizar um uso racional dos medicamentos. Há um certo medo na relação paciente e médico, então o que ocorre é uma maior busca e confiança nos farmacêuticos a respeito de dúvidas".

Para o acadêmico de farmácia da UFMS, Éder Leal o objetivo do projeto é desenvolver a habilidade do farmacêutico de conversar com o paciente. “O profissional de farmácia sempre vai ter contato com o paciente, então ele precisa tanto do conhecimento técnico do medicamento como da habilidade de se comunicar”. Os profissionais e acadêmicos são responsáveis por orientar o paciente desde o momento em que retira o remédio na UBS até o descarte. “A gente dá a orientação de como tomar os medicamentos. Se o remédio pode ser tomado em jejum, ou se precisa comer antes, por exemplo”. 

A farmacêutica Wesllaine Crepaldi Vieira Rocha destaca que a UBS distribui medicamentos para os pacientes gratuitamente. "Nós não trabalhamos com venda, nós focamos mais na saúde do paciente". Ainda segundo Wesllaine Rocha existe a necessidade da conscientização do consumo do remédio. "Um paciente sentia muita dor no estômago diariamente porque tomava o remédio pela manhã, sendo que aquele remédio deveria ser tomado depois do almoço. São coisas simples que o farmacêutico tem o dever de informar ao paciente para que ele tenha o tratamento adequado".

 

O projeto do curso de farmácia da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), "Contribuições do Farmacêutico no Cuidado de Condições Crônicas na Atenção Primária à Saúde" dá assistência às Unidades Básicas de Saúde (UBS) por meio dos acadêmicos. São atendidos pacientes que possuem doenças crônicas não transmissíveis, responsáveis por 72,6% das mortes no Brasil em 2013, segundo o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Coordenado pela professora doutora Camila Guimarães Polisel, o projeto criado em 2015 é uma parceria da UFMS com a Secretaria Municipal de Saúde Pública (SESAU). 


  Os remédios são distribuidos gratuitamente (Foto: Raira Micheli)

De acordo com a professora, o projeto é constituído por bolsistas e voluntários, "Nós temos aproximadamente 10 acadêmicos de farmácia que cobrem seis unidades localizadas em bairros periféricos. Abrimos também vagas para voluntários e bolsistas de outros projetos". Ainda segundo Camila Polisel, "O projeto foi criado em decorrência da necessidade de fortalecer as atividades clínicas farmacêuticas de Campo Grande e buscar a aproximação dos acadêmicos com os profissionais que trabalham nas UBS".

São desenvolvidas pelos acadêmicos nas UBS atividades clínico farmacêuticas, direcionadas à pessoas com doenças crônicas como diabetes, hipertensão, dislipidemias, cessação de tabagismo.  De acordo com Camilia Polisel, "O projeto tem ênfase em doenças crônicas, e faz orientações direcionadas ao uso correto dos medicamentos, descarte, armazenamento domiciliar, triagem para reações adversas dos medicamentos como intoxicação medicamentosa, estimulam também adesão a terapia não só terapia farmacológica como a terapia não farmacológica".

O farmacêutico da Prefeitura Municipal de Campo Grande, Amador Alves Bonifácio trabalha com Camila Polisel na realização do projeto. Bonifácio afirma, "O principal objetivo é a troca de conhecimento entre funcionários e acadêmicos. É útil para os dois lados, tanto para os funcionários que entram em contato com o lado acadêmico quanto para os estudantes, que adquirem maior experiência profissional".

De acordo com Bonifácio, a demanda das unidades de farmácia clínicas existentes em Campo Grande está acima do que os funcionários da prefeitura podem cumprir. “O apoio dos alunos foi fundamental, pois foi possível realizar uma expansão no setor farmacêutico de Campo Grande. Sem o auxílio deles não teríamos dado conta”.

Ainda segundo Bonifácio os acadêmicos realizam outras atividades nas UBS, “Somado ao projeto de pesquisa com os pacientes, são administrados palestras para população com o intuito de conscientizar um uso racional dos medicamentos. Há um certo medo na relação paciente e médico, então o que ocorre é uma maior busca e confiança nos farmacêuticos a respeito de dúvidas".

Para o acadêmico de farmácia da UFMS, Éder Leal o objetivo do projeto é desenvolver a habilidade do farmacêutico de conversar com o paciente. “O profissional de farmácia sempre vai ter contato com o paciente, então ele precisa tanto do conhecimento técnico do medicamento como da habilidade de se comunicar”. Os profissionais e acadêmicos são responsáveis por orientar o paciente desde o momento em que retira o remédio na UBS até o descarte. “A gente dá a orientação de como tomar os medicamentos. Se o remédio pode ser tomado em jejum, ou se precisa comer antes, por exemplo”. 

A farmacêutica Wesllaine Crepaldi Vieira Rocha destaca que a UBS distribui medicamentos para os pacientes gratuitamente. "Nós não trabalhamos com venda, nós focamos mais na saúde do paciente". Ainda segundo Wesllaine Rocha existe a necessidade da conscientização do consumo do remédio. "Um paciente sentia muita dor no estômago diariamente porque tomava o remédio pela manhã, sendo que aquele remédio deveria ser tomado depois do almoço. São coisas simples que o farmacêutico tem o dever de informar ao paciente para que ele tenha o tratamento adequado".

 

O projeto do curso de farmácia da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), "Contribuições do Farmacêutico no Cuidado de Condições Crônicas na Atenção Primária à Saúde" dá assistência às Unidades Básicas de Saúde (UBS) por meio dos acadêmicos. São atendidos pacientes que possuem doenças crônicas não transmissíveis, responsáveis por 72,6% das mortes no Brasil em 2013, segundo o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Coordenado pela professora doutora Camila Guimarães Polisel, o projeto criado em 2015 é uma parceria da UFMS com a Secretaria Municipal de Saúde Pública (SESAU). 


  Os remédios são distribuidos gratuitamente (Foto: Raira Micheli)

De acordo com a professora, o projeto é constituído por bolsistas e voluntários, "Nós temos aproximadamente 10 acadêmicos de farmácia que cobrem seis unidades localizadas em bairros periféricos. Abrimos também vagas para voluntários e bolsistas de outros projetos". Ainda segundo Camila Polisel, "O projeto foi criado em decorrência da necessidade de fortalecer as atividades clínicas farmacêuticas de Campo Grande e buscar a aproximação dos acadêmicos com os profissionais que trabalham nas UBS".

São desenvolvidas pelos acadêmicos nas UBS atividades clínico farmacêuticas, direcionadas à pessoas com doenças crônicas como diabetes, hipertensão, dislipidemias, cessação de tabagismo.  De acordo com Camilia Polisel, "O projeto tem ênfase em doenças crônicas, e faz orientações direcionadas ao uso correto dos medicamentos, descarte, armazenamento domiciliar, triagem para reações adversas dos medicamentos como intoxicação medicamentosa, estimulam também adesão a terapia não só terapia farmacológica como a terapia não farmacológica".

O farmacêutico da Prefeitura Municipal de Campo Grande, Amador Alves Bonifácio trabalha com Camila Polisel na realização do projeto. Bonifácio afirma, "O principal objetivo é a troca de conhecimento entre funcionários e acadêmicos. É útil para os dois lados, tanto para os funcionários que entram em contato com o lado acadêmico quanto para os estudantes, que adquirem maior experiência profissional".

De acordo com Bonifácio, a demanda das unidades de farmácia clínicas existentes em Campo Grande está acima do que os funcionários da prefeitura podem cumprir. “O apoio dos alunos foi fundamental, pois foi possível realizar uma expansão no setor farmacêutico de Campo Grande. Sem o auxílio deles não teríamos dado conta”.

Ainda segundo Bonifácio os acadêmicos realizam outras atividades nas UBS, “Somado ao projeto de pesquisa com os pacientes, são administrados palestras para população com o intuito de conscientizar um uso racional dos medicamentos. Há um certo medo na relação paciente e médico, então o que ocorre é uma maior busca e confiança nos farmacêuticos a respeito de dúvidas".

Para o acadêmico de farmácia da UFMS, Éder Leal o objetivo do projeto é desenvolver a habilidade do farmacêutico de conversar com o paciente. “O profissional de farmácia sempre vai ter contato com o paciente, então ele precisa tanto do conhecimento técnico do medicamento como da habilidade de se comunicar”. Os profissionais e acadêmicos são responsáveis por orientar o paciente desde o momento em que retira o remédio na UBS até o descarte. “A gente dá a orientação de como tomar os medicamentos. Se o remédio pode ser tomado em jejum, ou se precisa comer antes, por exemplo”. 

A farmacêutica Wesllaine Crepaldi Vieira Rocha destaca que a UBS distribui medicamentos para os pacientes gratuitamente. "Nós não trabalhamos com venda, nós focamos mais na saúde do paciente". Ainda segundo Wesllaine Rocha existe a necessidade da conscientização do consumo do remédio. "Um paciente sentia muita dor no estômago diariamente porque tomava o remédio pela manhã, sendo que aquele remédio deveria ser tomado depois do almoço. São coisas simples que o farmacêutico tem o dever de informar ao paciente para que ele tenha o tratamento adequado".

 

O projeto do curso de farmácia da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), "Contribuições do Farmacêutico no Cuidado de Condições Crônicas na Atenção Primária à Saúde" dá assistência às Unidades Básicas de Saúde (UBS) por meio dos acadêmicos. São atendidos pacientes que possuem doenças crônicas não transmissíveis, responsáveis por 72,6% das mortes no Brasil em 2013, segundo o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Coordenado pela professora doutora Camila Guimarães Polisel, o projeto criado em 2015 é uma parceria da UFMS com a Secretaria Municipal de Saúde Pública (SESAU). 


  Os remédios são distribuidos gratuitamente (Foto: Raira Micheli)

De acordo com a professora, o projeto é constituído por bolsistas e voluntários, "Nós temos aproximadamente 10 acadêmicos de farmácia que cobrem seis unidades localizadas em bairros periféricos. Abrimos também vagas para voluntários e bolsistas de outros projetos". Ainda segundo Camila Polisel, "O projeto foi criado em decorrência da necessidade de fortalecer as atividades clínicas farmacêuticas de Campo Grande e buscar a aproximação dos acadêmicos com os profissionais que trabalham nas UBS".

São desenvolvidas pelos acadêmicos nas UBS atividades clínico farmacêuticas, direcionadas à pessoas com doenças crônicas como diabetes, hipertensão, dislipidemias, cessação de tabagismo.  De acordo com Camilia Polisel, "O projeto tem ênfase em doenças crônicas, e faz orientações direcionadas ao uso correto dos medicamentos, descarte, armazenamento domiciliar, triagem para reações adversas dos medicamentos como intoxicação medicamentosa, estimulam também adesão a terapia não só terapia farmacológica como a terapia não farmacológica".

O farmacêutico da Prefeitura Municipal de Campo Grande, Amador Alves Bonifácio trabalha com Camila Polisel na realização do projeto. Bonifácio afirma, "O principal objetivo é a troca de conhecimento entre funcionários e acadêmicos. É útil para os dois lados, tanto para os funcionários que entram em contato com o lado acadêmico quanto para os estudantes, que adquirem maior experiência profissional".

De acordo com Bonifácio, a demanda das unidades de farmácia clínicas existentes em Campo Grande está acima do que os funcionários da prefeitura podem cumprir. “O apoio dos alunos foi fundamental, pois foi possível realizar uma expansão no setor farmacêutico de Campo Grande. Sem o auxílio deles não teríamos dado conta”.

Ainda segundo Bonifácio os acadêmicos realizam outras atividades nas UBS, “Somado ao projeto de pesquisa com os pacientes, são administrados palestras para população com o intuito de conscientizar um uso racional dos medicamentos. Há um certo medo na relação paciente e médico, então o que ocorre é uma maior busca e confiança nos farmacêuticos a respeito de dúvidas".

Para o acadêmico de farmácia da UFMS, Éder Leal o objetivo do projeto é desenvolver a habilidade do farmacêutico de conversar com o paciente. “O profissional de farmácia sempre vai ter contato com o paciente, então ele precisa tanto do conhecimento técnico do medicamento como da habilidade de se comunicar”. Os profissionais e acadêmicos são responsáveis por orientar o paciente desde o momento em que retira o remédio na UBS até o descarte. “A gente dá a orientação de como tomar os medicamentos. Se o remédio pode ser tomado em jejum, ou se precisa comer antes, por exemplo”. 

A farmacêutica Wesllaine Crepaldi Vieira Rocha destaca que a UBS distribui medicamentos para os pacientes gratuitamente. "Nós não trabalhamos com venda, nós focamos mais na saúde do paciente". Ainda segundo Wesllaine Rocha existe a necessidade da conscientização do consumo do remédio. "Um paciente sentia muita dor no estômago diariamente porque tomava o remédio pela manhã, sendo que aquele remédio deveria ser tomado depois do almoço. São coisas simples que o farmacêutico tem o dever de informar ao paciente para que ele tenha o tratamento adequado".

 

O projeto do curso de farmácia da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), "Contribuições do Farmacêutico no Cuidado de Condições Crônicas na Atenção Primária à Saúde" dá assistência às Unidades Básicas de Saúde (UBS) por meio dos acadêmicos. São atendidos pacientes que possuem doenças crônicas não transmissíveis, responsáveis por 72,6% das mortes no Brasil em 2013, segundo o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Coordenado pela professora doutora Camila Guimarães Polisel, o projeto criado em 2015 é uma parceria da UFMS com a Secretaria Municipal de Saúde Pública (SESAU). 


  Os remédios são distribuidos gratuitamente (Foto: Raira Micheli)

De acordo com a professora, o projeto é constituído por bolsistas e voluntários, "Nós temos aproximadamente 10 acadêmicos de farmácia que cobrem seis unidades localizadas em bairros periféricos. Abrimos também vagas para voluntários e bolsistas de outros projetos". Ainda segundo Camila Polisel, "O projeto foi criado em decorrência da necessidade de fortalecer as atividades clínicas farmacêuticas de Campo Grande e buscar a aproximação dos acadêmicos com os profissionais que trabalham nas UBS".

São desenvolvidas pelos acadêmicos nas UBS atividades clínico farmacêuticas, direcionadas à pessoas com doenças crônicas como diabetes, hipertensão, dislipidemias, cessação de tabagismo.  De acordo com Camilia Polisel, "O projeto tem ênfase em doenças crônicas, e faz orientações direcionadas ao uso correto dos medicamentos, descarte, armazenamento domiciliar, triagem para reações adversas dos medicamentos como intoxicação medicamentosa, estimulam também adesão a terapia não só terapia farmacológica como a terapia não farmacológica".

O farmacêutico da Prefeitura Municipal de Campo Grande, Amador Alves Bonifácio trabalha com Camila Polisel na realização do projeto. Bonifácio afirma, "O principal objetivo é a troca de conhecimento entre funcionários e acadêmicos. É útil para os dois lados, tanto para os funcionários que entram em contato com o lado acadêmico quanto para os estudantes, que adquirem maior experiência profissional".

De acordo com Bonifácio, a demanda das unidades de farmácia clínicas existentes em Campo Grande está acima do que os funcionários da prefeitura podem cumprir. “O apoio dos alunos foi fundamental, pois foi possível realizar uma expansão no setor farmacêutico de Campo Grande. Sem o auxílio deles não teríamos dado conta”.

Ainda segundo Bonifácio os acadêmicos realizam outras atividades nas UBS, “Somado ao projeto de pesquisa com os pacientes, são administrados palestras para população com o intuito de conscientizar um uso racional dos medicamentos. Há um certo medo na relação paciente e médico, então o que ocorre é uma maior busca e confiança nos farmacêuticos a respeito de dúvidas".

Para o acadêmico de farmácia da UFMS, Éder Leal o objetivo do projeto é desenvolver a habilidade do farmacêutico de conversar com o paciente. “O profissional de farmácia sempre vai ter contato com o paciente, então ele precisa tanto do conhecimento técnico do medicamento como da habilidade de se comunicar”. Os profissionais e acadêmicos são responsáveis por orientar o paciente desde o momento em que retira o remédio na UBS até o descarte. “A gente dá a orientação de como tomar os medicamentos. Se o remédio pode ser tomado em jejum, ou se precisa comer antes, por exemplo”. 

A farmacêutica Wesllaine Crepaldi Vieira Rocha destaca que a UBS distribui medicamentos para os pacientes gratuitamente. "Nós não trabalhamos com venda, nós focamos mais na saúde do paciente". Ainda segundo Wesllaine Rocha existe a necessidade da conscientização do consumo do remédio. "Um paciente sentia muita dor no estômago diariamente porque tomava o remédio pela manhã, sendo que aquele remédio deveria ser tomado depois do almoço. São coisas simples que o farmacêutico tem o dever de informar ao paciente para que ele tenha o tratamento adequado".

 

O projeto do curso de farmácia da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), "Contribuições do Farmacêutico no Cuidado de Condições Crônicas na Atenção Primária à Saúde" dá assistência às Unidades Básicas de Saúde (UBS) por meio dos acadêmicos. São atendidos pacientes que possuem doenças crônicas não transmissíveis, responsáveis por 72,6% das mortes no Brasil em 2013, segundo o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Coordenado pela professora doutora Camila Guimarães Polisel, o projeto criado em 2015 é uma parceria da UFMS com a Secretaria Municipal de Saúde Pública (SESAU). 


  Os remédios são distribuidos gratuitamente (Foto: Raira Micheli)

De acordo com a professora, o projeto é constituído por bolsistas e voluntários, "Nós temos aproximadamente 10 acadêmicos de farmácia que cobrem seis unidades localizadas em bairros periféricos. Abrimos também vagas para voluntários e bolsistas de outros projetos". Ainda segundo Camila Polisel, "O projeto foi criado em decorrência da necessidade de fortalecer as atividades clínicas farmacêuticas de Campo Grande e buscar a aproximação dos acadêmicos com os profissionais que trabalham nas UBS".

São desenvolvidas pelos acadêmicos nas UBS atividades clínico farmacêuticas, direcionadas à pessoas com doenças crônicas como diabetes, hipertensão, dislipidemias, cessação de tabagismo.  De acordo com Camilia Polisel, "O projeto tem ênfase em doenças crônicas, e faz orientações direcionadas ao uso correto dos medicamentos, descarte, armazenamento domiciliar, triagem para reações adversas dos medicamentos como intoxicação medicamentosa, estimulam também adesão a terapia não só terapia farmacológica como a terapia não farmacológica".

O farmacêutico da Prefeitura Municipal de Campo Grande, Amador Alves Bonifácio trabalha com Camila Polisel na realização do projeto. Bonifácio afirma, "O principal objetivo é a troca de conhecimento entre funcionários e acadêmicos. É útil para os dois lados, tanto para os funcionários que entram em contato com o lado acadêmico quanto para os estudantes, que adquirem maior experiência profissional".

De acordo com Bonifácio, a demanda das unidades de farmácia clínicas existentes em Campo Grande está acima do que os funcionários da prefeitura podem cumprir. “O apoio dos alunos foi fundamental, pois foi possível realizar uma expansão no setor farmacêutico de Campo Grande. Sem o auxílio deles não teríamos dado conta”.

Ainda segundo Bonifácio os acadêmicos realizam outras atividades nas UBS, “Somado ao projeto de pesquisa com os pacientes, são administrados palestras para população com o intuito de conscientizar um uso racional dos medicamentos. Há um certo medo na relação paciente e médico, então o que ocorre é uma maior busca e confiança nos farmacêuticos a respeito de dúvidas".

Para o acadêmico de farmácia da UFMS, Éder Leal o objetivo do projeto é desenvolver a habilidade do farmacêutico de conversar com o paciente. “O profissional de farmácia sempre vai ter contato com o paciente, então ele precisa tanto do conhecimento técnico do medicamento como da habilidade de se comunicar”. Os profissionais e acadêmicos são responsáveis por orientar o paciente desde o momento em que retira o remédio na UBS até o descarte. “A gente dá a orientação de como tomar os medicamentos. Se o remédio pode ser tomado em jejum, ou se precisa comer antes, por exemplo”. 

A farmacêutica Wesllaine Crepaldi Vieira Rocha destaca que a UBS distribui medicamentos para os pacientes gratuitamente. "Nós não trabalhamos com venda, nós focamos mais na saúde do paciente". Ainda segundo Wesllaine Rocha existe a necessidade da conscientização do consumo do remédio. "Um paciente sentia muita dor no estômago diariamente porque tomava o remédio pela manhã, sendo que aquele remédio deveria ser tomado depois do almoço. São coisas simples que o farmacêutico tem o dever de informar ao paciente para que ele tenha o tratamento adequado".

 

O projeto do curso de farmácia da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), "Contribuições do Farmacêutico no Cuidado de Condições Crônicas na Atenção Primária à Saúde" dá assistência às Unidades Básicas de Saúde (UBS) por meio dos acadêmicos. São atendidos pacientes que possuem doenças crônicas não transmissíveis, responsáveis por 72,6% das mortes no Brasil em 2013, segundo o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Coordenado pela professora doutora Camila Guimarães Polisel, o projeto criado em 2015 é uma parceria da UFMS com a Secretaria Municipal de Saúde Pública (SESAU). 


  Os remédios são distribuidos gratuitamente (Foto: Raira Micheli)

De acordo com a professora, o projeto é constituído por bolsistas e voluntários, "Nós temos aproximadamente 10 acadêmicos de farmácia que cobrem seis unidades localizadas em bairros periféricos. Abrimos também vagas para voluntários e bolsistas de outros projetos". Ainda segundo Camila Polisel, "O projeto foi criado em decorrência da necessidade de fortalecer as atividades clínicas farmacêuticas de Campo Grande e buscar a aproximação dos acadêmicos com os profissionais que trabalham nas UBS".

São desenvolvidas pelos acadêmicos nas UBS atividades clínico farmacêuticas, direcionadas à pessoas com doenças crônicas como diabetes, hipertensão, dislipidemias, cessação de tabagismo.  De acordo com Camilia Polisel, "O projeto tem ênfase em doenças crônicas, e faz orientações direcionadas ao uso correto dos medicamentos, descarte, armazenamento domiciliar, triagem para reações adversas dos medicamentos como intoxicação medicamentosa, estimulam também adesão a terapia não só terapia farmacológica como a terapia não farmacológica".

O farmacêutico da Prefeitura Municipal de Campo Grande, Amador Alves Bonifácio trabalha com Camila Polisel na realização do projeto. Bonifácio afirma, "O principal objetivo é a troca de conhecimento entre funcionários e acadêmicos. É útil para os dois lados, tanto para os funcionários que entram em contato com o lado acadêmico quanto para os estudantes, que adquirem maior experiência profissional".

De acordo com Bonifácio, a demanda das unidades de farmácia clínicas existentes em Campo Grande está acima do que os funcionários da prefeitura podem cumprir. “O apoio dos alunos foi fundamental, pois foi possível realizar uma expansão no setor farmacêutico de Campo Grande. Sem o auxílio deles não teríamos dado conta”.

Ainda segundo Bonifácio os acadêmicos realizam outras atividades nas UBS, “Somado ao projeto de pesquisa com os pacientes, são administrados palestras para população com o intuito de conscientizar um uso racional dos medicamentos. Há um certo medo na relação paciente e médico, então o que ocorre é uma maior busca e confiança nos farmacêuticos a respeito de dúvidas".

Para o acadêmico de farmácia da UFMS, Éder Leal o objetivo do projeto é desenvolver a habilidade do farmacêutico de conversar com o paciente. “O profissional de farmácia sempre vai ter contato com o paciente, então ele precisa tanto do conhecimento técnico do medicamento como da habilidade de se comunicar”. Os profissionais e acadêmicos são responsáveis por orientar o paciente desde o momento em que retira o remédio na UBS até o descarte. “A gente dá a orientação de como tomar os medicamentos. Se o remédio pode ser tomado em jejum, ou se precisa comer antes, por exemplo”. 

A farmacêutica Wesllaine Crepaldi Vieira Rocha destaca que a UBS distribui medicamentos para os pacientes gratuitamente. "Nós não trabalhamos com venda, nós focamos mais na saúde do paciente". Ainda segundo Wesllaine Rocha existe a necessidade da conscientização do consumo do remédio. "Um paciente sentia muita dor no estômago diariamente porque tomava o remédio pela manhã, sendo que aquele remédio deveria ser tomado depois do almoço. São coisas simples que o farmacêutico tem o dever de informar ao paciente para que ele tenha o tratamento adequado".

 

O projeto do curso de farmácia da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), "Contribuições do Farmacêutico no Cuidado de Condições Crônicas na Atenção Primária à Saúde" dá assistência às Unidades Básicas de Saúde (UBS) por meio dos acadêmicos. São atendidos pacientes que possuem doenças crônicas não transmissíveis, responsáveis por 72,6% das mortes no Brasil em 2013, segundo o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Coordenado pela professora doutora Camila Guimarães Polisel, o projeto criado em 2015 é uma parceria da UFMS com a Secretaria Municipal de Saúde Pública (SESAU). 


  Os remédios são distribuidos gratuitamente (Foto: Raira Micheli)

De acordo com a professora, o projeto é constituído por bolsistas e voluntários, "Nós temos aproximadamente 10 acadêmicos de farmácia que cobrem seis unidades localizadas em bairros periféricos. Abrimos também vagas para voluntários e bolsistas de outros projetos". Ainda segundo Camila Polisel, "O projeto foi criado em decorrência da necessidade de fortalecer as atividades clínicas farmacêuticas de Campo Grande e buscar a aproximação dos acadêmicos com os profissionais que trabalham nas UBS".

São desenvolvidas pelos acadêmicos nas UBS atividades clínico farmacêuticas, direcionadas à pessoas com doenças crônicas como diabetes, hipertensão, dislipidemias, cessação de tabagismo.  De acordo com Camilia Polisel, "O projeto tem ênfase em doenças crônicas, e faz orientações direcionadas ao uso correto dos medicamentos, descarte, armazenamento domiciliar, triagem para reações adversas dos medicamentos como intoxicação medicamentosa, estimulam também adesão a terapia não só terapia farmacológica como a terapia não farmacológica".

O farmacêutico da Prefeitura Municipal de Campo Grande, Amador Alves Bonifácio trabalha com Camila Polisel na realização do projeto. Bonifácio afirma, "O principal objetivo é a troca de conhecimento entre funcionários e acadêmicos. É útil para os dois lados, tanto para os funcionários que entram em contato com o lado acadêmico quanto para os estudantes, que adquirem maior experiência profissional".

De acordo com Bonifácio, a demanda das unidades de farmácia clínicas existentes em Campo Grande está acima do que os funcionários da prefeitura podem cumprir. “O apoio dos alunos foi fundamental, pois foi possível realizar uma expansão no setor farmacêutico de Campo Grande. Sem o auxílio deles não teríamos dado conta”.

Ainda segundo Bonifácio os acadêmicos realizam outras atividades nas UBS, “Somado ao projeto de pesquisa com os pacientes, são administrados palestras para população com o intuito de conscientizar um uso racional dos medicamentos. Há um certo medo na relação paciente e médico, então o que ocorre é uma maior busca e confiança nos farmacêuticos a respeito de dúvidas".

Para o acadêmico de farmácia da UFMS, Éder Leal o objetivo do projeto é desenvolver a habilidade do farmacêutico de conversar com o paciente. “O profissional de farmácia sempre vai ter contato com o paciente, então ele precisa tanto do conhecimento técnico do medicamento como da habilidade de se comunicar”. Os profissionais e acadêmicos são responsáveis por orientar o paciente desde o momento em que retira o remédio na UBS até o descarte. “A gente dá a orientação de como tomar os medicamentos. Se o remédio pode ser tomado em jejum, ou se precisa comer antes, por exemplo”. 

A farmacêutica Wesllaine Crepaldi Vieira Rocha destaca que a UBS distribui medicamentos para os pacientes gratuitamente. "Nós não trabalhamos com venda, nós focamos mais na saúde do paciente". Ainda segundo Wesllaine Rocha existe a necessidade da conscientização do consumo do remédio. "Um paciente sentia muita dor no estômago diariamente porque tomava o remédio pela manhã, sendo que aquele remédio deveria ser tomado depois do almoço. São coisas simples que o farmacêutico tem o dever de informar ao paciente para que ele tenha o tratamento adequado".

 

O projeto do curso de farmácia da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), "Contribuições do Farmacêutico no Cuidado de Condições Crônicas na Atenção Primária à Saúde" dá assistência às Unidades Básicas de Saúde (UBS) por meio dos acadêmicos. São atendidos pacientes que possuem doenças crônicas não transmissíveis, responsáveis por 72,6% das mortes no Brasil em 2013, segundo o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Coordenado pela professora doutora Camila Guimarães Polisel, o projeto criado em 2015 é uma parceria da UFMS com a Secretaria Municipal de Saúde Pública (SESAU). 


  Os remédios são distribuidos gratuitamente (Foto: Raira Micheli)

De acordo com a professora, o projeto é constituído por bolsistas e voluntários, "Nós temos aproximadamente 10 acadêmicos de farmácia que cobrem seis unidades localizadas em bairros periféricos. Abrimos também vagas para voluntários e bolsistas de outros projetos". Ainda segundo Camila Polisel, "O projeto foi criado em decorrência da necessidade de fortalecer as atividades clínicas farmacêuticas de Campo Grande e buscar a aproximação dos acadêmicos com os profissionais que trabalham nas UBS".

São desenvolvidas pelos acadêmicos nas UBS atividades clínico farmacêuticas, direcionadas à pessoas com doenças crônicas como diabetes, hipertensão, dislipidemias, cessação de tabagismo.  De acordo com Camilia Polisel, "O projeto tem ênfase em doenças crônicas, e faz orientações direcionadas ao uso correto dos medicamentos, descarte, armazenamento domiciliar, triagem para reações adversas dos medicamentos como intoxicação medicamentosa, estimulam também adesão a terapia não só terapia farmacológica como a terapia não farmacológica".

O farmacêutico da Prefeitura Municipal de Campo Grande, Amador Alves Bonifácio trabalha com Camila Polisel na realização do projeto. Bonifácio afirma, "O principal objetivo é a troca de conhecimento entre funcionários e acadêmicos. É útil para os dois lados, tanto para os funcionários que entram em contato com o lado acadêmico quanto para os estudantes, que adquirem maior experiência profissional".

De acordo com Bonifácio, a demanda das unidades de farmácia clínicas existentes em Campo Grande está acima do que os funcionários da prefeitura podem cumprir. “O apoio dos alunos foi fundamental, pois foi possível realizar uma expansão no setor farmacêutico de Campo Grande. Sem o auxílio deles não teríamos dado conta”.

Ainda segundo Bonifácio os acadêmicos realizam outras atividades nas UBS, “Somado ao projeto de pesquisa com os pacientes, são administrados palestras para população com o intuito de conscientizar um uso racional dos medicamentos. Há um certo medo na relação paciente e médico, então o que ocorre é uma maior busca e confiança nos farmacêuticos a respeito de dúvidas".

Para o acadêmico de farmácia da UFMS, Éder Leal o objetivo do projeto é desenvolver a habilidade do farmacêutico de conversar com o paciente. “O profissional de farmácia sempre vai ter contato com o paciente, então ele precisa tanto do conhecimento técnico do medicamento como da habilidade de se comunicar”. Os profissionais e acadêmicos são responsáveis por orientar o paciente desde o momento em que retira o remédio na UBS até o descarte. “A gente dá a orientação de como tomar os medicamentos. Se o remédio pode ser tomado em jejum, ou se precisa comer antes, por exemplo”. 

A farmacêutica Wesllaine Crepaldi Vieira Rocha destaca que a UBS distribui medicamentos para os pacientes gratuitamente. "Nós não trabalhamos com venda, nós focamos mais na saúde do paciente". Ainda segundo Wesllaine Rocha existe a necessidade da conscientização do consumo do remédio. "Um paciente sentia muita dor no estômago diariamente porque tomava o remédio pela manhã, sendo que aquele remédio deveria ser tomado depois do almoço. São coisas simples que o farmacêutico tem o dever de informar ao paciente para que ele tenha o tratamento adequado".

 

O projeto do curso de farmácia da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), "Contribuições do Farmacêutico no Cuidado de Condições Crônicas na Atenção Primária à Saúde" dá assistência às Unidades Básicas de Saúde (UBS) por meio dos acadêmicos. São atendidos pacientes que possuem doenças crônicas não transmissíveis, responsáveis por 72,6% das mortes no Brasil em 2013, segundo o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Coordenado pela professora doutora Camila Guimarães Polisel, o projeto criado em 2015 é uma parceria da UFMS com a Secretaria Municipal de Saúde Pública (SESAU). 


  Os remédios são distribuidos gratuitamente (Foto: Raira Micheli)

De acordo com a professora, o projeto é constituído por bolsistas e voluntários, "Nós temos aproximadamente 10 acadêmicos de farmácia que cobrem seis unidades localizadas em bairros periféricos. Abrimos também vagas para voluntários e bolsistas de outros projetos". Ainda segundo Camila Polisel, "O projeto foi criado em decorrência da necessidade de fortalecer as atividades clínicas farmacêuticas de Campo Grande e buscar a aproximação dos acadêmicos com os profissionais que trabalham nas UBS".

São desenvolvidas pelos acadêmicos nas UBS atividades clínico farmacêuticas, direcionadas à pessoas com doenças crônicas como diabetes, hipertensão, dislipidemias, cessação de tabagismo.  De acordo com Camilia Polisel, "O projeto tem ênfase em doenças crônicas, e faz orientações direcionadas ao uso correto dos medicamentos, descarte, armazenamento domiciliar, triagem para reações adversas dos medicamentos como intoxicação medicamentosa, estimulam também adesão a terapia não só terapia farmacológica como a terapia não farmacológica".

O farmacêutico da Prefeitura Municipal de Campo Grande, Amador Alves Bonifácio trabalha com Camila Polisel na realização do projeto. Bonifácio afirma, "O principal objetivo é a troca de conhecimento entre funcionários e acadêmicos. É útil para os dois lados, tanto para os funcionários que entram em contato com o lado acadêmico quanto para os estudantes, que adquirem maior experiência profissional".

De acordo com Bonifácio, a demanda das unidades de farmácia clínicas existentes em Campo Grande está acima do que os funcionários da prefeitura podem cumprir. “O apoio dos alunos foi fundamental, pois foi possível realizar uma expansão no setor farmacêutico de Campo Grande. Sem o auxílio deles não teríamos dado conta”.

Ainda segundo Bonifácio os acadêmicos realizam outras atividades nas UBS, “Somado ao projeto de pesquisa com os pacientes, são administrados palestras para população com o intuito de conscientizar um uso racional dos medicamentos. Há um certo medo na relação paciente e médico, então o que ocorre é uma maior busca e confiança nos farmacêuticos a respeito de dúvidas".

Para o acadêmico de farmácia da UFMS, Éder Leal o objetivo do projeto é desenvolver a habilidade do farmacêutico de conversar com o paciente. “O profissional de farmácia sempre vai ter contato com o paciente, então ele precisa tanto do conhecimento técnico do medicamento como da habilidade de se comunicar”. Os profissionais e acadêmicos são responsáveis por orientar o paciente desde o momento em que retira o remédio na UBS até o descarte. “A gente dá a orientação de como tomar os medicamentos. Se o remédio pode ser tomado em jejum, ou se precisa comer antes, por exemplo”. 

A farmacêutica Wesllaine Crepaldi Vieira Rocha destaca que a UBS distribui medicamentos para os pacientes gratuitamente. "Nós não trabalhamos com venda, nós focamos mais na saúde do paciente". Ainda segundo Wesllaine Rocha existe a necessidade da conscientização do consumo do remédio. "Um paciente sentia muita dor no estômago diariamente porque tomava o remédio pela manhã, sendo que aquele remédio deveria ser tomado depois do almoço. São coisas simples que o farmacêutico tem o dever de informar ao paciente para que ele tenha o tratamento adequado".

 

O projeto do curso de farmácia da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), "Contribuições do Farmacêutico no Cuidado de Condições Crônicas na Atenção Primária à Saúde" dá assistência às Unidades Básicas de Saúde (UBS) por meio dos acadêmicos. São atendidos pacientes que possuem doenças crônicas não transmissíveis, responsáveis por 72,6% das mortes no Brasil em 2013, segundo o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Coordenado pela professora doutora Camila Guimarães Polisel, o projeto criado em 2015 é uma parceria da UFMS com a Secretaria Municipal de Saúde Pública (SESAU). 


  Os remédios são distribuidos gratuitamente (Foto: Raira Micheli)

De acordo com a professora, o projeto é constituído por bolsistas e voluntários, "Nós temos aproximadamente 10 acadêmicos de farmácia que cobrem seis unidades localizadas em bairros periféricos. Abrimos também vagas para voluntários e bolsistas de outros projetos". Ainda segundo Camila Polisel, "O projeto foi criado em decorrência da necessidade de fortalecer as atividades clínicas farmacêuticas de Campo Grande e buscar a aproximação dos acadêmicos com os profissionais que trabalham nas UBS".

São desenvolvidas pelos acadêmicos nas UBS atividades clínico farmacêuticas, direcionadas à pessoas com doenças crônicas como diabetes, hipertensão, dislipidemias, cessação de tabagismo.  De acordo com Camilia Polisel, "O projeto tem ênfase em doenças crônicas, e faz orientações direcionadas ao uso correto dos medicamentos, descarte, armazenamento domiciliar, triagem para reações adversas dos medicamentos como intoxicação medicamentosa, estimulam também adesão a terapia não só terapia farmacológica como a terapia não farmacológica".

O farmacêutico da Prefeitura Municipal de Campo Grande, Amador Alves Bonifácio trabalha com Camila Polisel na realização do projeto. Bonifácio afirma, "O principal objetivo é a troca de conhecimento entre funcionários e acadêmicos. É útil para os dois lados, tanto para os funcionários que entram em contato com o lado acadêmico quanto para os estudantes, que adquirem maior experiência profissional".

De acordo com Bonifácio, a demanda das unidades de farmácia clínicas existentes em Campo Grande está acima do que os funcionários da prefeitura podem cumprir. “O apoio dos alunos foi fundamental, pois foi possível realizar uma expansão no setor farmacêutico de Campo Grande. Sem o auxílio deles não teríamos dado conta”.

Ainda segundo Bonifácio os acadêmicos realizam outras atividades nas UBS, “Somado ao projeto de pesquisa com os pacientes, são administrados palestras para população com o intuito de conscientizar um uso racional dos medicamentos. Há um certo medo na relação paciente e médico, então o que ocorre é uma maior busca e confiança nos farmacêuticos a respeito de dúvidas".

Para o acadêmico de farmácia da UFMS, Éder Leal o objetivo do projeto é desenvolver a habilidade do farmacêutico de conversar com o paciente. “O profissional de farmácia sempre vai ter contato com o paciente, então ele precisa tanto do conhecimento técnico do medicamento como da habilidade de se comunicar”. Os profissionais e acadêmicos são responsáveis por orientar o paciente desde o momento em que retira o remédio na UBS até o descarte. “A gente dá a orientação de como tomar os medicamentos. Se o remédio pode ser tomado em jejum, ou se precisa comer antes, por exemplo”. 

A farmacêutica Wesllaine Crepaldi Vieira Rocha destaca que a UBS distribui medicamentos para os pacientes gratuitamente. "Nós não trabalhamos com venda, nós focamos mais na saúde do paciente". Ainda segundo Wesllaine Rocha existe a necessidade da conscientização do consumo do remédio. "Um paciente sentia muita dor no estômago diariamente porque tomava o remédio pela manhã, sendo que aquele remédio deveria ser tomado depois do almoço. São coisas simples que o farmacêutico tem o dever de informar ao paciente para que ele tenha o tratamento adequado".

 

O projeto do curso de farmácia da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), "Contribuições do Farmacêutico no Cuidado de Condições Crônicas na Atenção Primária à Saúde" dá assistência às Unidades Básicas de Saúde (UBS) por meio dos acadêmicos. São atendidos pacientes que possuem doenças crônicas não transmissíveis, responsáveis por 72,6% das mortes no Brasil em 2013, segundo o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Coordenado pela professora doutora Camila Guimarães Polisel, o projeto criado em 2015 é uma parceria da UFMS com a Secretaria Municipal de Saúde Pública (SESAU). 


  Os remédios são distribuidos gratuitamente (Foto: Raira Micheli)

De acordo com a professora, o projeto é constituído por bolsistas e voluntários, "Nós temos aproximadamente 10 acadêmicos de farmácia que cobrem seis unidades localizadas em bairros periféricos. Abrimos também vagas para voluntários e bolsistas de outros projetos". Ainda segundo Camila Polisel, "O projeto foi criado em decorrência da necessidade de fortalecer as atividades clínicas farmacêuticas de Campo Grande e buscar a aproximação dos acadêmicos com os profissionais que trabalham nas UBS".

São desenvolvidas pelos acadêmicos nas UBS atividades clínico farmacêuticas, direcionadas à pessoas com doenças crônicas como diabetes, hipertensão, dislipidemias, cessação de tabagismo.  De acordo com Camilia Polisel, "O projeto tem ênfase em doenças crônicas, e faz orientações direcionadas ao uso correto dos medicamentos, descarte, armazenamento domiciliar, triagem para reações adversas dos medicamentos como intoxicação medicamentosa, estimulam também adesão a terapia não só terapia farmacológica como a terapia não farmacológica".

O farmacêutico da Prefeitura Municipal de Campo Grande, Amador Alves Bonifácio trabalha com Camila Polisel na realização do projeto. Bonifácio afirma, "O principal objetivo é a troca de conhecimento entre funcionários e acadêmicos. É útil para os dois lados, tanto para os funcionários que entram em contato com o lado acadêmico quanto para os estudantes, que adquirem maior experiência profissional".

De acordo com Bonifácio, a demanda das unidades de farmácia clínicas existentes em Campo Grande está acima do que os funcionários da prefeitura podem cumprir. “O apoio dos alunos foi fundamental, pois foi possível realizar uma expansão no setor farmacêutico de Campo Grande. Sem o auxílio deles não teríamos dado conta”.

Ainda segundo Bonifácio os acadêmicos realizam outras atividades nas UBS, “Somado ao projeto de pesquisa com os pacientes, são administrados palestras para população com o intuito de conscientizar um uso racional dos medicamentos. Há um certo medo na relação paciente e médico, então o que ocorre é uma maior busca e confiança nos farmacêuticos a respeito de dúvidas".

Para o acadêmico de farmácia da UFMS, Éder Leal o objetivo do projeto é desenvolver a habilidade do farmacêutico de conversar com o paciente. “O profissional de farmácia sempre vai ter contato com o paciente, então ele precisa tanto do conhecimento técnico do medicamento como da habilidade de se comunicar”. Os profissionais e acadêmicos são responsáveis por orientar o paciente desde o momento em que retira o remédio na UBS até o descarte. “A gente dá a orientação de como tomar os medicamentos. Se o remédio pode ser tomado em jejum, ou se precisa comer antes, por exemplo”. 

A farmacêutica Wesllaine Crepaldi Vieira Rocha destaca que a UBS distribui medicamentos para os pacientes gratuitamente. "Nós não trabalhamos com venda, nós focamos mais na saúde do paciente". Ainda segundo Wesllaine Rocha existe a necessidade da conscientização do consumo do remédio. "Um paciente sentia muita dor no estômago diariamente porque tomava o remédio pela manhã, sendo que aquele remédio deveria ser tomado depois do almoço. São coisas simples que o farmacêutico tem o dever de informar ao paciente para que ele tenha o tratamento adequado".

 

O projeto do curso de farmácia da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), "Contribuições do Farmacêutico no Cuidado de Condições Crônicas na Atenção Primária à Saúde" dá assistência às Unidades Básicas de Saúde (UBS) por meio dos acadêmicos. São atendidos pacientes que possuem doenças crônicas não transmissíveis, responsáveis por 72,6% das mortes no Brasil em 2013, segundo o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Coordenado pela professora doutora Camila Guimarães Polisel, o projeto criado em 2015 é uma parceria da UFMS com a Secretaria Municipal de Saúde Pública (SESAU). 


  Os remédios são distribuidos gratuitamente (Foto: Raira Micheli)

De acordo com a professora, o projeto é constituído por bolsistas e voluntários, "Nós temos aproximadamente 10 acadêmicos de farmácia que cobrem seis unidades localizadas em bairros periféricos. Abrimos também vagas para voluntários e bolsistas de outros projetos". Ainda segundo Camila Polisel, "O projeto foi criado em decorrência da necessidade de fortalecer as atividades clínicas farmacêuticas de Campo Grande e buscar a aproximação dos acadêmicos com os profissionais que trabalham nas UBS".

São desenvolvidas pelos acadêmicos nas UBS atividades clínico farmacêuticas, direcionadas à pessoas com doenças crônicas como diabetes, hipertensão, dislipidemias, cessação de tabagismo.  De acordo com Camilia Polisel, "O projeto tem ênfase em doenças crônicas, e faz orientações direcionadas ao uso correto dos medicamentos, descarte, armazenamento domiciliar, triagem para reações adversas dos medicamentos como intoxicação medicamentosa, estimulam também adesão a terapia não só terapia farmacológica como a terapia não farmacológica".

O farmacêutico da Prefeitura Municipal de Campo Grande, Amador Alves Bonifácio trabalha com Camila Polisel na realização do projeto. Bonifácio afirma, "O principal objetivo é a troca de conhecimento entre funcionários e acadêmicos. É útil para os dois lados, tanto para os funcionários que entram em contato com o lado acadêmico quanto para os estudantes, que adquirem maior experiência profissional".

De acordo com Bonifácio, a demanda das unidades de farmácia clínicas existentes em Campo Grande está acima do que os funcionários da prefeitura podem cumprir. “O apoio dos alunos foi fundamental, pois foi possível realizar uma expansão no setor farmacêutico de Campo Grande. Sem o auxílio deles não teríamos dado conta”.

Ainda segundo Bonifácio os acadêmicos realizam outras atividades nas UBS, “Somado ao projeto de pesquisa com os pacientes, são administrados palestras para população com o intuito de conscientizar um uso racional dos medicamentos. Há um certo medo na relação paciente e médico, então o que ocorre é uma maior busca e confiança nos farmacêuticos a respeito de dúvidas".

Para o acadêmico de farmácia da UFMS, Éder Leal o objetivo do projeto é desenvolver a habilidade do farmacêutico de conversar com o paciente. “O profissional de farmácia sempre vai ter contato com o paciente, então ele precisa tanto do conhecimento técnico do medicamento como da habilidade de se comunicar”. Os profissionais e acadêmicos são responsáveis por orientar o paciente desde o momento em que retira o remédio na UBS até o descarte. “A gente dá a orientação de como tomar os medicamentos. Se o remédio pode ser tomado em jejum, ou se precisa comer antes, por exemplo”. 

A farmacêutica Wesllaine Crepaldi Vieira Rocha destaca que a UBS distribui medicamentos para os pacientes gratuitamente. "Nós não trabalhamos com venda, nós focamos mais na saúde do paciente". Ainda segundo Wesllaine Rocha existe a necessidade da conscientização do consumo do remédio. "Um paciente sentia muita dor no estômago diariamente porque tomava o remédio pela manhã, sendo que aquele remédio deveria ser tomado depois do almoço. São coisas simples que o farmacêutico tem o dever de informar ao paciente para que ele tenha o tratamento adequado".

 

O projeto do curso de farmácia da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), "Contribuições do Farmacêutico no Cuidado de Condições Crônicas na Atenção Primária à Saúde" dá assistência às Unidades Básicas de Saúde (UBS) por meio dos acadêmicos. São atendidos pacientes que possuem doenças crônicas não transmissíveis, responsáveis por 72,6% das mortes no Brasil em 2013, segundo o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Coordenado pela professora doutora Camila Guimarães Polisel, o projeto criado em 2015 é uma parceria da UFMS com a Secretaria Municipal de Saúde Pública (SESAU). 


  Os remédios são distribuidos gratuitamente (Foto: Raira Micheli)

De acordo com a professora, o projeto é constituído por bolsistas e voluntários, "Nós temos aproximadamente 10 acadêmicos de farmácia que cobrem seis unidades localizadas em bairros periféricos. Abrimos também vagas para voluntários e bolsistas de outros projetos". Ainda segundo Camila Polisel, "O projeto foi criado em decorrência da necessidade de fortalecer as atividades clínicas farmacêuticas de Campo Grande e buscar a aproximação dos acadêmicos com os profissionais que trabalham nas UBS".

São desenvolvidas pelos acadêmicos nas UBS atividades clínico farmacêuticas, direcionadas à pessoas com doenças crônicas como diabetes, hipertensão, dislipidemias, cessação de tabagismo.  De acordo com Camilia Polisel, "O projeto tem ênfase em doenças crônicas, e faz orientações direcionadas ao uso correto dos medicamentos, descarte, armazenamento domiciliar, triagem para reações adversas dos medicamentos como intoxicação medicamentosa, estimulam também adesão a terapia não só terapia farmacológica como a terapia não farmacológica".

O farmacêutico da Prefeitura Municipal de Campo Grande, Amador Alves Bonifácio trabalha com Camila Polisel na realização do projeto. Bonifácio afirma, "O principal objetivo é a troca de conhecimento entre funcionários e acadêmicos. É útil para os dois lados, tanto para os funcionários que entram em contato com o lado acadêmico quanto para os estudantes, que adquirem maior experiência profissional".

De acordo com Bonifácio, a demanda das unidades de farmácia clínicas existentes em Campo Grande está acima do que os funcionários da prefeitura podem cumprir. “O apoio dos alunos foi fundamental, pois foi possível realizar uma expansão no setor farmacêutico de Campo Grande. Sem o auxílio deles não teríamos dado conta”.

Ainda segundo Bonifácio os acadêmicos realizam outras atividades nas UBS, “Somado ao projeto de pesquisa com os pacientes, são administrados palestras para população com o intuito de conscientizar um uso racional dos medicamentos. Há um certo medo na relação paciente e médico, então o que ocorre é uma maior busca e confiança nos farmacêuticos a respeito de dúvidas".

Para o acadêmico de farmácia da UFMS, Éder Leal o objetivo do projeto é desenvolver a habilidade do farmacêutico de conversar com o paciente. “O profissional de farmácia sempre vai ter contato com o paciente, então ele precisa tanto do conhecimento técnico do medicamento como da habilidade de se comunicar”. Os profissionais e acadêmicos são responsáveis por orientar o paciente desde o momento em que retira o remédio na UBS até o descarte. “A gente dá a orientação de como tomar os medicamentos. Se o remédio pode ser tomado em jejum, ou se precisa comer antes, por exemplo”. 

A farmacêutica Wesllaine Crepaldi Vieira Rocha destaca que a UBS distribui medicamentos para os pacientes gratuitamente. "Nós não trabalhamos com venda, nós focamos mais na saúde do paciente". Ainda segundo Wesllaine Rocha existe a necessidade da conscientização do consumo do remédio. "Um paciente sentia muita dor no estômago diariamente porque tomava o remédio pela manhã, sendo que aquele remédio deveria ser tomado depois do almoço. São coisas simples que o farmacêutico tem o dever de informar ao paciente para que ele tenha o tratamento adequado".

 

O projeto do curso de farmácia da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), "Contribuições do Farmacêutico no Cuidado de Condições Crônicas na Atenção Primária à Saúde" dá assistência às Unidades Básicas de Saúde (UBS) por meio dos acadêmicos. São atendidos pacientes que possuem doenças crônicas não transmissíveis, responsáveis por 72,6% das mortes no Brasil em 2013, segundo o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Coordenado pela professora doutora Camila Guimarães Polisel, o projeto criado em 2015 é uma parceria da UFMS com a Secretaria Municipal de Saúde Pública (SESAU). 


  Os remédios são distribuidos gratuitamente (Foto: Raira Micheli)

De acordo com a professora, o projeto é constituído por bolsistas e voluntários, "Nós temos aproximadamente 10 acadêmicos de farmácia que cobrem seis unidades localizadas em bairros periféricos. Abrimos também vagas para voluntários e bolsistas de outros projetos". Ainda segundo Camila Polisel, "O projeto foi criado em decorrência da necessidade de fortalecer as atividades clínicas farmacêuticas de Campo Grande e buscar a aproximação dos acadêmicos com os profissionais que trabalham nas UBS".

São desenvolvidas pelos acadêmicos nas UBS atividades clínico farmacêuticas, direcionadas à pessoas com doenças crônicas como diabetes, hipertensão, dislipidemias, cessação de tabagismo.  De acordo com Camilia Polisel, "O projeto tem ênfase em doenças crônicas, e faz orientações direcionadas ao uso correto dos medicamentos, descarte, armazenamento domiciliar, triagem para reações adversas dos medicamentos como intoxicação medicamentosa, estimulam também adesão a terapia não só terapia farmacológica como a terapia não farmacológica".

O farmacêutico da Prefeitura Municipal de Campo Grande, Amador Alves Bonifácio trabalha com Camila Polisel na realização do projeto. Bonifácio afirma, "O principal objetivo é a troca de conhecimento entre funcionários e acadêmicos. É útil para os dois lados, tanto para os funcionários que entram em contato com o lado acadêmico quanto para os estudantes, que adquirem maior experiência profissional".

De acordo com Bonifácio, a demanda das unidades de farmácia clínicas existentes em Campo Grande está acima do que os funcionários da prefeitura podem cumprir. “O apoio dos alunos foi fundamental, pois foi possível realizar uma expansão no setor farmacêutico de Campo Grande. Sem o auxílio deles não teríamos dado conta”.

Ainda segundo Bonifácio os acadêmicos realizam outras atividades nas UBS, “Somado ao projeto de pesquisa com os pacientes, são administrados palestras para população com o intuito de conscientizar um uso racional dos medicamentos. Há um certo medo na relação paciente e médico, então o que ocorre é uma maior busca e confiança nos farmacêuticos a respeito de dúvidas".

Para o acadêmico de farmácia da UFMS, Éder Leal o objetivo do projeto é desenvolver a habilidade do farmacêutico de conversar com o paciente. “O profissional de farmácia sempre vai ter contato com o paciente, então ele precisa tanto do conhecimento técnico do medicamento como da habilidade de se comunicar”. Os profissionais e acadêmicos são responsáveis por orientar o paciente desde o momento em que retira o remédio na UBS até o descarte. “A gente dá a orientação de como tomar os medicamentos. Se o remédio pode ser tomado em jejum, ou se precisa comer antes, por exemplo”. 

A farmacêutica Wesllaine Crepaldi Vieira Rocha destaca que a UBS distribui medicamentos para os pacientes gratuitamente. "Nós não trabalhamos com venda, nós focamos mais na saúde do paciente". Ainda segundo Wesllaine Rocha existe a necessidade da conscientização do consumo do remédio. "Um paciente sentia muita dor no estômago diariamente porque tomava o remédio pela manhã, sendo que aquele remédio deveria ser tomado depois do almoço. São coisas simples que o farmacêutico tem o dever de informar ao paciente para que ele tenha o tratamento adequado".

 

O projeto do curso de farmácia da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), "Contribuições do Farmacêutico no Cuidado de Condições Crônicas na Atenção Primária à Saúde" dá assistência às Unidades Básicas de Saúde (UBS) por meio dos acadêmicos. São atendidos pacientes que possuem doenças crônicas não transmissíveis, responsáveis por 72,6% das mortes no Brasil em 2013, segundo o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Coordenado pela professora doutora Camila Guimarães Polisel, o projeto criado em 2015 é uma parceria da UFMS com a Secretaria Municipal de Saúde Pública (SESAU). 


  Os remédios são distribuidos gratuitamente (Foto: Raira Micheli)

De acordo com a professora, o projeto é constituído por bolsistas e voluntários, "Nós temos aproximadamente 10 acadêmicos de farmácia que cobrem seis unidades localizadas em bairros periféricos. Abrimos também vagas para voluntários e bolsistas de outros projetos". Ainda segundo Camila Polisel, "O projeto foi criado em decorrência da necessidade de fortalecer as atividades clínicas farmacêuticas de Campo Grande e buscar a aproximação dos acadêmicos com os profissionais que trabalham nas UBS".

São desenvolvidas pelos acadêmicos nas UBS atividades clínico farmacêuticas, direcionadas à pessoas com doenças crônicas como diabetes, hipertensão, dislipidemias, cessação de tabagismo.  De acordo com Camilia Polisel, "O projeto tem ênfase em doenças crônicas, e faz orientações direcionadas ao uso correto dos medicamentos, descarte, armazenamento domiciliar, triagem para reações adversas dos medicamentos como intoxicação medicamentosa, estimulam também adesão a terapia não só terapia farmacológica como a terapia não farmacológica".

O farmacêutico da Prefeitura Municipal de Campo Grande, Amador Alves Bonifácio trabalha com Camila Polisel na realização do projeto. Bonifácio afirma, "O principal objetivo é a troca de conhecimento entre funcionários e acadêmicos. É útil para os dois lados, tanto para os funcionários que entram em contato com o lado acadêmico quanto para os estudantes, que adquirem maior experiência profissional".

De acordo com Bonifácio, a demanda das unidades de farmácia clínicas existentes em Campo Grande está acima do que os funcionários da prefeitura podem cumprir. “O apoio dos alunos foi fundamental, pois foi possível realizar uma expansão no setor farmacêutico de Campo Grande. Sem o auxílio deles não teríamos dado conta”.

Ainda segundo Bonifácio os acadêmicos realizam outras atividades nas UBS, “Somado ao projeto de pesquisa com os pacientes, são administrados palestras para população com o intuito de conscientizar um uso racional dos medicamentos. Há um certo medo na relação paciente e médico, então o que ocorre é uma maior busca e confiança nos farmacêuticos a respeito de dúvidas".

Para o acadêmico de farmácia da UFMS, Éder Leal o objetivo do projeto é desenvolver a habilidade do farmacêutico de conversar com o paciente. “O profissional de farmácia sempre vai ter contato com o paciente, então ele precisa tanto do conhecimento técnico do medicamento como da habilidade de se comunicar”. Os profissionais e acadêmicos são responsáveis por orientar o paciente desde o momento em que retira o remédio na UBS até o descarte. “A gente dá a orientação de como tomar os medicamentos. Se o remédio pode ser tomado em jejum, ou se precisa comer antes, por exemplo”. 

A farmacêutica Wesllaine Crepaldi Vieira Rocha destaca que a UBS distribui medicamentos para os pacientes gratuitamente. "Nós não trabalhamos com venda, nós focamos mais na saúde do paciente". Ainda segundo Wesllaine Rocha existe a necessidade da conscientização do consumo do remédio. "Um paciente sentia muita dor no estômago diariamente porque tomava o remédio pela manhã, sendo que aquele remédio deveria ser tomado depois do almoço. São coisas simples que o farmacêutico tem o dever de informar ao paciente para que ele tenha o tratamento adequado".

 

O projeto do curso de farmácia da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), "Contribuições do Farmacêutico no Cuidado de Condições Crônicas na Atenção Primária à Saúde" dá assistência às Unidades Básicas de Saúde (UBS) por meio dos acadêmicos. São atendidos pacientes que possuem doenças crônicas não transmissíveis, responsáveis por 72,6% das mortes no Brasil em 2013, segundo o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Coordenado pela professora doutora Camila Guimarães Polisel, o projeto criado em 2015 é uma parceria da UFMS com a Secretaria Municipal de Saúde Pública (SESAU). 


  Os remédios são distribuidos gratuitamente (Foto: Raira Micheli)

De acordo com a professora, o projeto é constituído por bolsistas e voluntários, "Nós temos aproximadamente 10 acadêmicos de farmácia que cobrem seis unidades localizadas em bairros periféricos. Abrimos também vagas para voluntários e bolsistas de outros projetos". Ainda segundo Camila Polisel, "O projeto foi criado em decorrência da necessidade de fortalecer as atividades clínicas farmacêuticas de Campo Grande e buscar a aproximação dos acadêmicos com os profissionais que trabalham nas UBS".

São desenvolvidas pelos acadêmicos nas UBS atividades clínico farmacêuticas, direcionadas à pessoas com doenças crônicas como diabetes, hipertensão, dislipidemias, cessação de tabagismo.  De acordo com Camilia Polisel, "O projeto tem ênfase em doenças crônicas, e faz orientações direcionadas ao uso correto dos medicamentos, descarte, armazenamento domiciliar, triagem para reações adversas dos medicamentos como intoxicação medicamentosa, estimulam também adesão a terapia não só terapia farmacológica como a terapia não farmacológica".

O farmacêutico da Prefeitura Municipal de Campo Grande, Amador Alves Bonifácio trabalha com Camila Polisel na realização do projeto. Bonifácio afirma, "O principal objetivo é a troca de conhecimento entre funcionários e acadêmicos. É útil para os dois lados, tanto para os funcionários que entram em contato com o lado acadêmico quanto para os estudantes, que adquirem maior experiência profissional".

De acordo com Bonifácio, a demanda das unidades de farmácia clínicas existentes em Campo Grande está acima do que os funcionários da prefeitura podem cumprir. “O apoio dos alunos foi fundamental, pois foi possível realizar uma expansão no setor farmacêutico de Campo Grande. Sem o auxílio deles não teríamos dado conta”.

Ainda segundo Bonifácio os acadêmicos realizam outras atividades nas UBS, “Somado ao projeto de pesquisa com os pacientes, são administrados palestras para população com o intuito de conscientizar um uso racional dos medicamentos. Há um certo medo na relação paciente e médico, então o que ocorre é uma maior busca e confiança nos farmacêuticos a respeito de dúvidas".

Para o acadêmico de farmácia da UFMS, Éder Leal o objetivo do projeto é desenvolver a habilidade do farmacêutico de conversar com o paciente. “O profissional de farmácia sempre vai ter contato com o paciente, então ele precisa tanto do conhecimento técnico do medicamento como da habilidade de se comunicar”. Os profissionais e acadêmicos são responsáveis por orientar o paciente desde o momento em que retira o remédio na UBS até o descarte. “A gente dá a orientação de como tomar os medicamentos. Se o remédio pode ser tomado em jejum, ou se precisa comer antes, por exemplo”. 

A farmacêutica Wesllaine Crepaldi Vieira Rocha destaca que a UBS distribui medicamentos para os pacientes gratuitamente. "Nós não trabalhamos com venda, nós focamos mais na saúde do paciente". Ainda segundo Wesllaine Rocha existe a necessidade da conscientização do consumo do remédio. "Um paciente sentia muita dor no estômago diariamente porque tomava o remédio pela manhã, sendo que aquele remédio deveria ser tomado depois do almoço. São coisas simples que o farmacêutico tem o dever de informar ao paciente para que ele tenha o tratamento adequado".

 

O projeto do curso de farmácia da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), "Contribuições do Farmacêutico no Cuidado de Condições Crônicas na Atenção Primária à Saúde" dá assistência às Unidades Básicas de Saúde (UBS) por meio dos acadêmicos. São atendidos pacientes que possuem doenças crônicas não transmissíveis, responsáveis por 72,6% das mortes no Brasil em 2013, segundo o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Coordenado pela professora doutora Camila Guimarães Polisel, o projeto criado em 2015 é uma parceria da UFMS com a Secretaria Municipal de Saúde Pública (SESAU). 


  Os remédios são distribuidos gratuitamente (Foto: Raira Micheli)

De acordo com a professora, o projeto é constituído por bolsistas e voluntários, "Nós temos aproximadamente 10 acadêmicos de farmácia que cobrem seis unidades localizadas em bairros periféricos. Abrimos também vagas para voluntários e bolsistas de outros projetos". Ainda segundo Camila Polisel, "O projeto foi criado em decorrência da necessidade de fortalecer as atividades clínicas farmacêuticas de Campo Grande e buscar a aproximação dos acadêmicos com os profissionais que trabalham nas UBS".

São desenvolvidas pelos acadêmicos nas UBS atividades clínico farmacêuticas, direcionadas à pessoas com doenças crônicas como diabetes, hipertensão, dislipidemias, cessação de tabagismo.  De acordo com Camilia Polisel, "O projeto tem ênfase em doenças crônicas, e faz orientações direcionadas ao uso correto dos medicamentos, descarte, armazenamento domiciliar, triagem para reações adversas dos medicamentos como intoxicação medicamentosa, estimulam também adesão a terapia não só terapia farmacológica como a terapia não farmacológica".

O farmacêutico da Prefeitura Municipal de Campo Grande, Amador Alves Bonifácio trabalha com Camila Polisel na realização do projeto. Bonifácio afirma, "O principal objetivo é a troca de conhecimento entre funcionários e acadêmicos. É útil para os dois lados, tanto para os funcionários que entram em contato com o lado acadêmico quanto para os estudantes, que adquirem maior experiência profissional".

De acordo com Bonifácio, a demanda das unidades de farmácia clínicas existentes em Campo Grande está acima do que os funcionários da prefeitura podem cumprir. “O apoio dos alunos foi fundamental, pois foi possível realizar uma expansão no setor farmacêutico de Campo Grande. Sem o auxílio deles não teríamos dado conta”.

Ainda segundo Bonifácio os acadêmicos realizam outras atividades nas UBS, “Somado ao projeto de pesquisa com os pacientes, são administrados palestras para população com o intuito de conscientizar um uso racional dos medicamentos. Há um certo medo na relação paciente e médico, então o que ocorre é uma maior busca e confiança nos farmacêuticos a respeito de dúvidas".

Para o acadêmico de farmácia da UFMS, Éder Leal o objetivo do projeto é desenvolver a habilidade do farmacêutico de conversar com o paciente. “O profissional de farmácia sempre vai ter contato com o paciente, então ele precisa tanto do conhecimento técnico do medicamento como da habilidade de se comunicar”. Os profissionais e acadêmicos são responsáveis por orientar o paciente desde o momento em que retira o remédio na UBS até o descarte. “A gente dá a orientação de como tomar os medicamentos. Se o remédio pode ser tomado em jejum, ou se precisa comer antes, por exemplo”. 

A farmacêutica Wesllaine Crepaldi Vieira Rocha destaca que a UBS distribui medicamentos para os pacientes gratuitamente. "Nós não trabalhamos com venda, nós focamos mais na saúde do paciente". Ainda segundo Wesllaine Rocha existe a necessidade da conscientização do consumo do remédio. "Um paciente sentia muita dor no estômago diariamente porque tomava o remédio pela manhã, sendo que aquele remédio deveria ser tomado depois do almoço. São coisas simples que o farmacêutico tem o dever de informar ao paciente para que ele tenha o tratamento adequado".

 

O projeto do curso de farmácia da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), "Contribuições do Farmacêutico no Cuidado de Condições Crônicas na Atenção Primária à Saúde" dá assistência às Unidades Básicas de Saúde (UBS) por meio dos acadêmicos. São atendidos pacientes que possuem doenças crônicas não transmissíveis, responsáveis por 72,6% das mortes no Brasil em 2013, segundo o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Coordenado pela professora doutora Camila Guimarães Polisel, o projeto criado em 2015 é uma parceria da UFMS com a Secretaria Municipal de Saúde Pública (SESAU). 


  Os remédios são distribuidos gratuitamente (Foto: Raira Micheli)

De acordo com a professora, o projeto é constituído por bolsistas e voluntários, "Nós temos aproximadamente 10 acadêmicos de farmácia que cobrem seis unidades localizadas em bairros periféricos. Abrimos também vagas para voluntários e bolsistas de outros projetos". Ainda segundo Camila Polisel, "O projeto foi criado em decorrência da necessidade de fortalecer as atividades clínicas farmacêuticas de Campo Grande e buscar a aproximação dos acadêmicos com os profissionais que trabalham nas UBS".

São desenvolvidas pelos acadêmicos nas UBS atividades clínico farmacêuticas, direcionadas à pessoas com doenças crônicas como diabetes, hipertensão, dislipidemias, cessação de tabagismo.  De acordo com Camilia Polisel, "O projeto tem ênfase em doenças crônicas, e faz orientações direcionadas ao uso correto dos medicamentos, descarte, armazenamento domiciliar, triagem para reações adversas dos medicamentos como intoxicação medicamentosa, estimulam também adesão a terapia não só terapia farmacológica como a terapia não farmacológica".

O farmacêutico da Prefeitura Municipal de Campo Grande, Amador Alves Bonifácio trabalha com Camila Polisel na realização do projeto. Bonifácio afirma, "O principal objetivo é a troca de conhecimento entre funcionários e acadêmicos. É útil para os dois lados, tanto para os funcionários que entram em contato com o lado acadêmico quanto para os estudantes, que adquirem maior experiência profissional".

De acordo com Bonifácio, a demanda das unidades de farmácia clínicas existentes em Campo Grande está acima do que os funcionários da prefeitura podem cumprir. “O apoio dos alunos foi fundamental, pois foi possível realizar uma expansão no setor farmacêutico de Campo Grande. Sem o auxílio deles não teríamos dado conta”.

Ainda segundo Bonifácio os acadêmicos realizam outras atividades nas UBS, “Somado ao projeto de pesquisa com os pacientes, são administrados palestras para população com o intuito de conscientizar um uso racional dos medicamentos. Há um certo medo na relação paciente e médico, então o que ocorre é uma maior busca e confiança nos farmacêuticos a respeito de dúvidas".

Para o acadêmico de farmácia da UFMS, Éder Leal o objetivo do projeto é desenvolver a habilidade do farmacêutico de conversar com o paciente. “O profissional de farmácia sempre vai ter contato com o paciente, então ele precisa tanto do conhecimento técnico do medicamento como da habilidade de se comunicar”. Os profissionais e acadêmicos são responsáveis por orientar o paciente desde o momento em que retira o remédio na UBS até o descarte. “A gente dá a orientação de como tomar os medicamentos. Se o remédio pode ser tomado em jejum, ou se precisa comer antes, por exemplo”. 

A farmacêutica Wesllaine Crepaldi Vieira Rocha destaca que a UBS distribui medicamentos para os pacientes gratuitamente. "Nós não trabalhamos com venda, nós focamos mais na saúde do paciente". Ainda segundo Wesllaine Rocha existe a necessidade da conscientização do consumo do remédio. "Um paciente sentia muita dor no estômago diariamente porque tomava o remédio pela manhã, sendo que aquele remédio deveria ser tomado depois do almoço. São coisas simples que o farmacêutico tem o dever de informar ao paciente para que ele tenha o tratamento adequado".

 

O projeto do curso de farmácia da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), "Contribuições do Farmacêutico no Cuidado de Condições Crônicas na Atenção Primária à Saúde" dá assistência às Unidades Básicas de Saúde (UBS) por meio dos acadêmicos. São atendidos pacientes que possuem doenças crônicas não transmissíveis, responsáveis por 72,6% das mortes no Brasil em 2013, segundo o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Coordenado pela professora doutora Camila Guimarães Polisel, o projeto criado em 2015 é uma parceria da UFMS com a Secretaria Municipal de Saúde Pública (SESAU). 


  Os remédios são distribuidos gratuitamente (Foto: Raira Micheli)

De acordo com a professora, o projeto é constituído por bolsistas e voluntários, "Nós temos aproximadamente 10 acadêmicos de farmácia que cobrem seis unidades localizadas em bairros periféricos. Abrimos também vagas para voluntários e bolsistas de outros projetos". Ainda segundo Camila Polisel, "O projeto foi criado em decorrência da necessidade de fortalecer as atividades clínicas farmacêuticas de Campo Grande e buscar a aproximação dos acadêmicos com os profissionais que trabalham nas UBS".

São desenvolvidas pelos acadêmicos nas UBS atividades clínico farmacêuticas, direcionadas à pessoas com doenças crônicas como diabetes, hipertensão, dislipidemias, cessação de tabagismo.  De acordo com Camilia Polisel, "O projeto tem ênfase em doenças crônicas, e faz orientações direcionadas ao uso correto dos medicamentos, descarte, armazenamento domiciliar, triagem para reações adversas dos medicamentos como intoxicação medicamentosa, estimulam também adesão a terapia não só terapia farmacológica como a terapia não farmacológica".

O farmacêutico da Prefeitura Municipal de Campo Grande, Amador Alves Bonifácio trabalha com Camila Polisel na realização do projeto. Bonifácio afirma, "O principal objetivo é a troca de conhecimento entre funcionários e acadêmicos. É útil para os dois lados, tanto para os funcionários que entram em contato com o lado acadêmico quanto para os estudantes, que adquirem maior experiência profissional".

De acordo com Bonifácio, a demanda das unidades de farmácia clínicas existentes em Campo Grande está acima do que os funcionários da prefeitura podem cumprir. “O apoio dos alunos foi fundamental, pois foi possível realizar uma expansão no setor farmacêutico de Campo Grande. Sem o auxílio deles não teríamos dado conta”.

Ainda segundo Bonifácio os acadêmicos realizam outras atividades nas UBS, “Somado ao projeto de pesquisa com os pacientes, são administrados palestras para população com o intuito de conscientizar um uso racional dos medicamentos. Há um certo medo na relação paciente e médico, então o que ocorre é uma maior busca e confiança nos farmacêuticos a respeito de dúvidas".

Para o acadêmico de farmácia da UFMS, Éder Leal o objetivo do projeto é desenvolver a habilidade do farmacêutico de conversar com o paciente. “O profissional de farmácia sempre vai ter contato com o paciente, então ele precisa tanto do conhecimento técnico do medicamento como da habilidade de se comunicar”. Os profissionais e acadêmicos são responsáveis por orientar o paciente desde o momento em que retira o remédio na UBS até o descarte. “A gente dá a orientação de como tomar os medicamentos. Se o remédio pode ser tomado em jejum, ou se precisa comer antes, por exemplo”. 

A farmacêutica Wesllaine Crepaldi Vieira Rocha destaca que a UBS distribui medicamentos para os pacientes gratuitamente. "Nós não trabalhamos com venda, nós focamos mais na saúde do paciente". Ainda segundo Wesllaine Rocha existe a necessidade da conscientização do consumo do remédio. "Um paciente sentia muita dor no estômago diariamente porque tomava o remédio pela manhã, sendo que aquele remédio deveria ser tomado depois do almoço. São coisas simples que o farmacêutico tem o dever de informar ao paciente para que ele tenha o tratamento adequado".

 

O projeto do curso de farmácia da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), "Contribuições do Farmacêutico no Cuidado de Condições Crônicas na Atenção Primária à Saúde" dá assistência às Unidades Básicas de Saúde (UBS) por meio dos acadêmicos. São atendidos pacientes que possuem doenças crônicas não transmissíveis, responsáveis por 72,6% das mortes no Brasil em 2013, segundo o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Coordenado pela professora doutora Camila Guimarães Polisel, o projeto criado em 2015 é uma parceria da UFMS com a Secretaria Municipal de Saúde Pública (SESAU). 


  Os remédios são distribuidos gratuitamente (Foto: Raira Micheli)

De acordo com a professora, o projeto é constituído por bolsistas e voluntários, "Nós temos aproximadamente 10 acadêmicos de farmácia que cobrem seis unidades localizadas em bairros periféricos. Abrimos também vagas para voluntários e bolsistas de outros projetos". Ainda segundo Camila Polisel, "O projeto foi criado em decorrência da necessidade de fortalecer as atividades clínicas farmacêuticas de Campo Grande e buscar a aproximação dos acadêmicos com os profissionais que trabalham nas UBS".

São desenvolvidas pelos acadêmicos nas UBS atividades clínico farmacêuticas, direcionadas à pessoas com doenças crônicas como diabetes, hipertensão, dislipidemias, cessação de tabagismo.  De acordo com Camilia Polisel, "O projeto tem ênfase em doenças crônicas, e faz orientações direcionadas ao uso correto dos medicamentos, descarte, armazenamento domiciliar, triagem para reações adversas dos medicamentos como intoxicação medicamentosa, estimulam também adesão a terapia não só terapia farmacológica como a terapia não farmacológica".

O farmacêutico da Prefeitura Municipal de Campo Grande, Amador Alves Bonifácio trabalha com Camila Polisel na realização do projeto. Bonifácio afirma, "O principal objetivo é a troca de conhecimento entre funcionários e acadêmicos. É útil para os dois lados, tanto para os funcionários que entram em contato com o lado acadêmico quanto para os estudantes, que adquirem maior experiência profissional".

De acordo com Bonifácio, a demanda das unidades de farmácia clínicas existentes em Campo Grande está acima do que os funcionários da prefeitura podem cumprir. “O apoio dos alunos foi fundamental, pois foi possível realizar uma expansão no setor farmacêutico de Campo Grande. Sem o auxílio deles não teríamos dado conta”.

Ainda segundo Bonifácio os acadêmicos realizam outras atividades nas UBS, “Somado ao projeto de pesquisa com os pacientes, são administrados palestras para população com o intuito de conscientizar um uso racional dos medicamentos. Há um certo medo na relação paciente e médico, então o que ocorre é uma maior busca e confiança nos farmacêuticos a respeito de dúvidas".

Para o acadêmico de farmácia da UFMS, Éder Leal o objetivo do projeto é desenvolver a habilidade do farmacêutico de conversar com o paciente. “O profissional de farmácia sempre vai ter contato com o paciente, então ele precisa tanto do conhecimento técnico do medicamento como da habilidade de se comunicar”. Os profissionais e acadêmicos são responsáveis por orientar o paciente desde o momento em que retira o remédio na UBS até o descarte. “A gente dá a orientação de como tomar os medicamentos. Se o remédio pode ser tomado em jejum, ou se precisa comer antes, por exemplo”. 

A farmacêutica Wesllaine Crepaldi Vieira Rocha destaca que a UBS distribui medicamentos para os pacientes gratuitamente. "Nós não trabalhamos com venda, nós focamos mais na saúde do paciente". Ainda segundo Wesllaine Rocha existe a necessidade da conscientização do consumo do remédio. "Um paciente sentia muita dor no estômago diariamente porque tomava o remédio pela manhã, sendo que aquele remédio deveria ser tomado depois do almoço. São coisas simples que o farmacêutico tem o dever de informar ao paciente para que ele tenha o tratamento adequado".

 

O projeto do curso de farmácia da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), "Contribuições do Farmacêutico no Cuidado de Condições Crônicas na Atenção Primária à Saúde" dá assistência às Unidades Básicas de Saúde (UBS) por meio dos acadêmicos. São atendidos pacientes que possuem doenças crônicas não transmissíveis, responsáveis por 72,6% das mortes no Brasil em 2013, segundo o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Coordenado pela professora doutora Camila Guimarães Polisel, o projeto criado em 2015 é uma parceria da UFMS com a Secretaria Municipal de Saúde Pública (SESAU). 


  Os remédios são distribuidos gratuitamente (Foto: Raira Micheli)

De acordo com a professora, o projeto é constituído por bolsistas e voluntários, "Nós temos aproximadamente 10 acadêmicos de farmácia que cobrem seis unidades localizadas em bairros periféricos. Abrimos também vagas para voluntários e bolsistas de outros projetos". Ainda segundo Camila Polisel, "O projeto foi criado em decorrência da necessidade de fortalecer as atividades clínicas farmacêuticas de Campo Grande e buscar a aproximação dos acadêmicos com os profissionais que trabalham nas UBS".

São desenvolvidas pelos acadêmicos nas UBS atividades clínico farmacêuticas, direcionadas à pessoas com doenças crônicas como diabetes, hipertensão, dislipidemias, cessação de tabagismo.  De acordo com Camilia Polisel, "O projeto tem ênfase em doenças crônicas, e faz orientações direcionadas ao uso correto dos medicamentos, descarte, armazenamento domiciliar, triagem para reações adversas dos medicamentos como intoxicação medicamentosa, estimulam também adesão a terapia não só terapia farmacológica como a terapia não farmacológica".

O farmacêutico da Prefeitura Municipal de Campo Grande, Amador Alves Bonifácio trabalha com Camila Polisel na realização do projeto. Bonifácio afirma, "O principal objetivo é a troca de conhecimento entre funcionários e acadêmicos. É útil para os dois lados, tanto para os funcionários que entram em contato com o lado acadêmico quanto para os estudantes, que adquirem maior experiência profissional".

De acordo com Bonifácio, a demanda das unidades de farmácia clínicas existentes em Campo Grande está acima do que os funcionários da prefeitura podem cumprir. “O apoio dos alunos foi fundamental, pois foi possível realizar uma expansão no setor farmacêutico de Campo Grande. Sem o auxílio deles não teríamos dado conta”.

Ainda segundo Bonifácio os acadêmicos realizam outras atividades nas UBS, “Somado ao projeto de pesquisa com os pacientes, são administrados palestras para população com o intuito de conscientizar um uso racional dos medicamentos. Há um certo medo na relação paciente e médico, então o que ocorre é uma maior busca e confiança nos farmacêuticos a respeito de dúvidas".

Para o acadêmico de farmácia da UFMS, Éder Leal o objetivo do projeto é desenvolver a habilidade do farmacêutico de conversar com o paciente. “O profissional de farmácia sempre vai ter contato com o paciente, então ele precisa tanto do conhecimento técnico do medicamento como da habilidade de se comunicar”. Os profissionais e acadêmicos são responsáveis por orientar o paciente desde o momento em que retira o remédio na UBS até o descarte. “A gente dá a orientação de como tomar os medicamentos. Se o remédio pode ser tomado em jejum, ou se precisa comer antes, por exemplo”. 

A farmacêutica Wesllaine Crepaldi Vieira Rocha destaca que a UBS distribui medicamentos para os pacientes gratuitamente. "Nós não trabalhamos com venda, nós focamos mais na saúde do paciente". Ainda segundo Wesllaine Rocha existe a necessidade da conscientização do consumo do remédio. "Um paciente sentia muita dor no estômago diariamente porque tomava o remédio pela manhã, sendo que aquele remédio deveria ser tomado depois do almoço. São coisas simples que o farmacêutico tem o dever de informar ao paciente para que ele tenha o tratamento adequado".

 

O projeto do curso de farmácia da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), "Contribuições do Farmacêutico no Cuidado de Condições Crônicas na Atenção Primária à Saúde" dá assistência às Unidades Básicas de Saúde (UBS) por meio dos acadêmicos. São atendidos pacientes que possuem doenças crônicas não transmissíveis, responsáveis por 72,6% das mortes no Brasil em 2013, segundo o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Coordenado pela professora doutora Camila Guimarães Polisel, o projeto criado em 2015 é uma parceria da UFMS com a Secretaria Municipal de Saúde Pública (SESAU). 


  Os remédios são distribuidos gratuitamente (Foto: Raira Micheli)

De acordo com a professora, o projeto é constituído por bolsistas e voluntários, "Nós temos aproximadamente 10 acadêmicos de farmácia que cobrem seis unidades localizadas em bairros periféricos. Abrimos também vagas para voluntários e bolsistas de outros projetos". Ainda segundo Camila Polisel, "O projeto foi criado em decorrência da necessidade de fortalecer as atividades clínicas farmacêuticas de Campo Grande e buscar a aproximação dos acadêmicos com os profissionais que trabalham nas UBS".

São desenvolvidas pelos acadêmicos nas UBS atividades clínico farmacêuticas, direcionadas à pessoas com doenças crônicas como diabetes, hipertensão, dislipidemias, cessação de tabagismo.  De acordo com Camilia Polisel, "O projeto tem ênfase em doenças crônicas, e faz orientações direcionadas ao uso correto dos medicamentos, descarte, armazenamento domiciliar, triagem para reações adversas dos medicamentos como intoxicação medicamentosa, estimulam também adesão a terapia não só terapia farmacológica como a terapia não farmacológica".

O farmacêutico da Prefeitura Municipal de Campo Grande, Amador Alves Bonifácio trabalha com Camila Polisel na realização do projeto. Bonifácio afirma, "O principal objetivo é a troca de conhecimento entre funcionários e acadêmicos. É útil para os dois lados, tanto para os funcionários que entram em contato com o lado acadêmico quanto para os estudantes, que adquirem maior experiência profissional".

De acordo com Bonifácio, a demanda das unidades de farmácia clínicas existentes em Campo Grande está acima do que os funcionários da prefeitura podem cumprir. “O apoio dos alunos foi fundamental, pois foi possível realizar uma expansão no setor farmacêutico de Campo Grande. Sem o auxílio deles não teríamos dado conta”.

Ainda segundo Bonifácio os acadêmicos realizam outras atividades nas UBS, “Somado ao projeto de pesquisa com os pacientes, são administrados palestras para população com o intuito de conscientizar um uso racional dos medicamentos. Há um certo medo na relação paciente e médico, então o que ocorre é uma maior busca e confiança nos farmacêuticos a respeito de dúvidas".

Para o acadêmico de farmácia da UFMS, Éder Leal o objetivo do projeto é desenvolver a habilidade do farmacêutico de conversar com o paciente. “O profissional de farmácia sempre vai ter contato com o paciente, então ele precisa tanto do conhecimento técnico do medicamento como da habilidade de se comunicar”. Os profissionais e acadêmicos são responsáveis por orientar o paciente desde o momento em que retira o remédio na UBS até o descarte. “A gente dá a orientação de como tomar os medicamentos. Se o remédio pode ser tomado em jejum, ou se precisa comer antes, por exemplo”. 

A farmacêutica Wesllaine Crepaldi Vieira Rocha destaca que a UBS distribui medicamentos para os pacientes gratuitamente. "Nós não trabalhamos com venda, nós focamos mais na saúde do paciente". Ainda segundo Wesllaine Rocha existe a necessidade da conscientização do consumo do remédio. "Um paciente sentia muita dor no estômago diariamente porque tomava o remédio pela manhã, sendo que aquele remédio deveria ser tomado depois do almoço. São coisas simples que o farmacêutico tem o dever de informar ao paciente para que ele tenha o tratamento adequado".

 

O projeto do curso de farmácia da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), "Contribuições do Farmacêutico no Cuidado de Condições Crônicas na Atenção Primária à Saúde" dá assistência às Unidades Básicas de Saúde (UBS) por meio dos acadêmicos. São atendidos pacientes que possuem doenças crônicas não transmissíveis, responsáveis por 72,6% das mortes no Brasil em 2013, segundo o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Coordenado pela professora doutora Camila Guimarães Polisel, o projeto criado em 2015 é uma parceria da UFMS com a Secretaria Municipal de Saúde Pública (SESAU). 


  Os remédios são distribuidos gratuitamente (Foto: Raira Micheli)

De acordo com a professora, o projeto é constituído por bolsistas e voluntários, "Nós temos aproximadamente 10 acadêmicos de farmácia que cobrem seis unidades localizadas em bairros periféricos. Abrimos também vagas para voluntários e bolsistas de outros projetos". Ainda segundo Camila Polisel, "O projeto foi criado em decorrência da necessidade de fortalecer as atividades clínicas farmacêuticas de Campo Grande e buscar a aproximação dos acadêmicos com os profissionais que trabalham nas UBS".

São desenvolvidas pelos acadêmicos nas UBS atividades clínico farmacêuticas, direcionadas à pessoas com doenças crônicas como diabetes, hipertensão, dislipidemias, cessação de tabagismo.  De acordo com Camilia Polisel, "O projeto tem ênfase em doenças crônicas, e faz orientações direcionadas ao uso correto dos medicamentos, descarte, armazenamento domiciliar, triagem para reações adversas dos medicamentos como intoxicação medicamentosa, estimulam também adesão a terapia não só terapia farmacológica como a terapia não farmacológica".

O farmacêutico da Prefeitura Municipal de Campo Grande, Amador Alves Bonifácio trabalha com Camila Polisel na realização do projeto. Bonifácio afirma, "O principal objetivo é a troca de conhecimento entre funcionários e acadêmicos. É útil para os dois lados, tanto para os funcionários que entram em contato com o lado acadêmico quanto para os estudantes, que adquirem maior experiência profissional".

De acordo com Bonifácio, a demanda das unidades de farmácia clínicas existentes em Campo Grande está acima do que os funcionários da prefeitura podem cumprir. “O apoio dos alunos foi fundamental, pois foi possível realizar uma expansão no setor farmacêutico de Campo Grande. Sem o auxílio deles não teríamos dado conta”.

Ainda segundo Bonifácio os acadêmicos realizam outras atividades nas UBS, “Somado ao projeto de pesquisa com os pacientes, são administrados palestras para população com o intuito de conscientizar um uso racional dos medicamentos. Há um certo medo na relação paciente e médico, então o que ocorre é uma maior busca e confiança nos farmacêuticos a respeito de dúvidas".

Para o acadêmico de farmácia da UFMS, Éder Leal o objetivo do projeto é desenvolver a habilidade do farmacêutico de conversar com o paciente. “O profissional de farmácia sempre vai ter contato com o paciente, então ele precisa tanto do conhecimento técnico do medicamento como da habilidade de se comunicar”. Os profissionais e acadêmicos são responsáveis por orientar o paciente desde o momento em que retira o remédio na UBS até o descarte. “A gente dá a orientação de como tomar os medicamentos. Se o remédio pode ser tomado em jejum, ou se precisa comer antes, por exemplo”. 

A farmacêutica Wesllaine Crepaldi Vieira Rocha destaca que a UBS distribui medicamentos para os pacientes gratuitamente. "Nós não trabalhamos com venda, nós focamos mais na saúde do paciente". Ainda segundo Wesllaine Rocha existe a necessidade da conscientização do consumo do remédio. "Um paciente sentia muita dor no estômago diariamente porque tomava o remédio pela manhã, sendo que aquele remédio deveria ser tomado depois do almoço. São coisas simples que o farmacêutico tem o dever de informar ao paciente para que ele tenha o tratamento adequado".

 

O projeto do curso de farmácia da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), "Contribuições do Farmacêutico no Cuidado de Condições Crônicas na Atenção Primária à Saúde" dá assistência às Unidades Básicas de Saúde (UBS) por meio dos acadêmicos. São atendidos pacientes que possuem doenças crônicas não transmissíveis, responsáveis por 72,6% das mortes no Brasil em 2013, segundo o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Coordenado pela professora doutora Camila Guimarães Polisel, o projeto criado em 2015 é uma parceria da UFMS com a Secretaria Municipal de Saúde Pública (SESAU). 


  Os remédios são distribuidos gratuitamente (Foto: Raira Micheli)

De acordo com a professora, o projeto é constituído por bolsistas e voluntários, "Nós temos aproximadamente 10 acadêmicos de farmácia que cobrem seis unidades localizadas em bairros periféricos. Abrimos também vagas para voluntários e bolsistas de outros projetos". Ainda segundo Camila Polisel, "O projeto foi criado em decorrência da necessidade de fortalecer as atividades clínicas farmacêuticas de Campo Grande e buscar a aproximação dos acadêmicos com os profissionais que trabalham nas UBS".

São desenvolvidas pelos acadêmicos nas UBS atividades clínico farmacêuticas, direcionadas à pessoas com doenças crônicas como diabetes, hipertensão, dislipidemias, cessação de tabagismo.  De acordo com Camilia Polisel, "O projeto tem ênfase em doenças crônicas, e faz orientações direcionadas ao uso correto dos medicamentos, descarte, armazenamento domiciliar, triagem para reações adversas dos medicamentos como intoxicação medicamentosa, estimulam também adesão a terapia não só terapia farmacológica como a terapia não farmacológica".

O farmacêutico da Prefeitura Municipal de Campo Grande, Amador Alves Bonifácio trabalha com Camila Polisel na realização do projeto. Bonifácio afirma, "O principal objetivo é a troca de conhecimento entre funcionários e acadêmicos. É útil para os dois lados, tanto para os funcionários que entram em contato com o lado acadêmico quanto para os estudantes, que adquirem maior experiência profissional".

De acordo com Bonifácio, a demanda das unidades de farmácia clínicas existentes em Campo Grande está acima do que os funcionários da prefeitura podem cumprir. “O apoio dos alunos foi fundamental, pois foi possível realizar uma expansão no setor farmacêutico de Campo Grande. Sem o auxílio deles não teríamos dado conta”.

Ainda segundo Bonifácio os acadêmicos realizam outras atividades nas UBS, “Somado ao projeto de pesquisa com os pacientes, são administrados palestras para população com o intuito de conscientizar um uso racional dos medicamentos. Há um certo medo na relação paciente e médico, então o que ocorre é uma maior busca e confiança nos farmacêuticos a respeito de dúvidas".

Para o acadêmico de farmácia da UFMS, Éder Leal o objetivo do projeto é desenvolver a habilidade do farmacêutico de conversar com o paciente. “O profissional de farmácia sempre vai ter contato com o paciente, então ele precisa tanto do conhecimento técnico do medicamento como da habilidade de se comunicar”. Os profissionais e acadêmicos são responsáveis por orientar o paciente desde o momento em que retira o remédio na UBS até o descarte. “A gente dá a orientação de como tomar os medicamentos. Se o remédio pode ser tomado em jejum, ou se precisa comer antes, por exemplo”. 

A farmacêutica Wesllaine Crepaldi Vieira Rocha destaca que a UBS distribui medicamentos para os pacientes gratuitamente. "Nós não trabalhamos com venda, nós focamos mais na saúde do paciente". Ainda segundo Wesllaine Rocha existe a necessidade da conscientização do consumo do remédio. "Um paciente sentia muita dor no estômago diariamente porque tomava o remédio pela manhã, sendo que aquele remédio deveria ser tomado depois do almoço. São coisas simples que o farmacêutico tem o dever de informar ao paciente para que ele tenha o tratamento adequado".

 

O projeto do curso de farmácia da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), "Contribuições do Farmacêutico no Cuidado de Condições Crônicas na Atenção Primária à Saúde" dá assistência às Unidades Básicas de Saúde (UBS) por meio dos acadêmicos. São atendidos pacientes que possuem doenças crônicas não transmissíveis, responsáveis por 72,6% das mortes no Brasil em 2013, segundo o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Coordenado pela professora doutora Camila Guimarães Polisel, o projeto criado em 2015 é uma parceria da UFMS com a Secretaria Municipal de Saúde Pública (SESAU). 


  Os remédios são distribuidos gratuitamente (Foto: Raira Micheli)

De acordo com a professora, o projeto é constituído por bolsistas e voluntários, "Nós temos aproximadamente 10 acadêmicos de farmácia que cobrem seis unidades localizadas em bairros periféricos. Abrimos também vagas para voluntários e bolsistas de outros projetos". Ainda segundo Camila Polisel, "O projeto foi criado em decorrência da necessidade de fortalecer as atividades clínicas farmacêuticas de Campo Grande e buscar a aproximação dos acadêmicos com os profissionais que trabalham nas UBS".

São desenvolvidas pelos acadêmicos nas UBS atividades clínico farmacêuticas, direcionadas à pessoas com doenças crônicas como diabetes, hipertensão, dislipidemias, cessação de tabagismo.  De acordo com Camilia Polisel, "O projeto tem ênfase em doenças crônicas, e faz orientações direcionadas ao uso correto dos medicamentos, descarte, armazenamento domiciliar, triagem para reações adversas dos medicamentos como intoxicação medicamentosa, estimulam também adesão a terapia não só terapia farmacológica como a terapia não farmacológica".

O farmacêutico da Prefeitura Municipal de Campo Grande, Amador Alves Bonifácio trabalha com Camila Polisel na realização do projeto. Bonifácio afirma, "O principal objetivo é a troca de conhecimento entre funcionários e acadêmicos. É útil para os dois lados, tanto para os funcionários que entram em contato com o lado acadêmico quanto para os estudantes, que adquirem maior experiência profissional".

De acordo com Bonifácio, a demanda das unidades de farmácia clínicas existentes em Campo Grande está acima do que os funcionários da prefeitura podem cumprir. “O apoio dos alunos foi fundamental, pois foi possível realizar uma expansão no setor farmacêutico de Campo Grande. Sem o auxílio deles não teríamos dado conta”.

Ainda segundo Bonifácio os acadêmicos realizam outras atividades nas UBS, “Somado ao projeto de pesquisa com os pacientes, são administrados palestras para população com o intuito de conscientizar um uso racional dos medicamentos. Há um certo medo na relação paciente e médico, então o que ocorre é uma maior busca e confiança nos farmacêuticos a respeito de dúvidas".

Para o acadêmico de farmácia da UFMS, Éder Leal o objetivo do projeto é desenvolver a habilidade do farmacêutico de conversar com o paciente. “O profissional de farmácia sempre vai ter contato com o paciente, então ele precisa tanto do conhecimento técnico do medicamento como da habilidade de se comunicar”. Os profissionais e acadêmicos são responsáveis por orientar o paciente desde o momento em que retira o remédio na UBS até o descarte. “A gente dá a orientação de como tomar os medicamentos. Se o remédio pode ser tomado em jejum, ou se precisa comer antes, por exemplo”. 

A farmacêutica Wesllaine Crepaldi Vieira Rocha destaca que a UBS distribui medicamentos para os pacientes gratuitamente. "Nós não trabalhamos com venda, nós focamos mais na saúde do paciente". Ainda segundo Wesllaine Rocha existe a necessidade da conscientização do consumo do remédio. "Um paciente sentia muita dor no estômago diariamente porque tomava o remédio pela manhã, sendo que aquele remédio deveria ser tomado depois do almoço. São coisas simples que o farmacêutico tem o dever de informar ao paciente para que ele tenha o tratamento adequado".

 

O projeto do curso de farmácia da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), "Contribuições do Farmacêutico no Cuidado de Condições Crônicas na Atenção Primária à Saúde" dá assistência às Unidades Básicas de Saúde (UBS) por meio dos acadêmicos. São atendidos pacientes que possuem doenças crônicas não transmissíveis, responsáveis por 72,6% das mortes no Brasil em 2013, segundo o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Coordenado pela professora doutora Camila Guimarães Polisel, o projeto criado em 2015 é uma parceria da UFMS com a Secretaria Municipal de Saúde Pública (SESAU). 


  Os remédios são distribuidos gratuitamente (Foto: Raira Micheli)

De acordo com a professora, o projeto é constituído por bolsistas e voluntários, "Nós temos aproximadamente 10 acadêmicos de farmácia que cobrem seis unidades localizadas em bairros periféricos. Abrimos também vagas para voluntários e bolsistas de outros projetos". Ainda segundo Camila Polisel, "O projeto foi criado em decorrência da necessidade de fortalecer as atividades clínicas farmacêuticas de Campo Grande e buscar a aproximação dos acadêmicos com os profissionais que trabalham nas UBS".

São desenvolvidas pelos acadêmicos nas UBS atividades clínico farmacêuticas, direcionadas à pessoas com doenças crônicas como diabetes, hipertensão, dislipidemias, cessação de tabagismo.  De acordo com Camilia Polisel, "O projeto tem ênfase em doenças crônicas, e faz orientações direcionadas ao uso correto dos medicamentos, descarte, armazenamento domiciliar, triagem para reações adversas dos medicamentos como intoxicação medicamentosa, estimulam também adesão a terapia não só terapia farmacológica como a terapia não farmacológica".

O farmacêutico da Prefeitura Municipal de Campo Grande, Amador Alves Bonifácio trabalha com Camila Polisel na realização do projeto. Bonifácio afirma, "O principal objetivo é a troca de conhecimento entre funcionários e acadêmicos. É útil para os dois lados, tanto para os funcionários que entram em contato com o lado acadêmico quanto para os estudantes, que adquirem maior experiência profissional".

De acordo com Bonifácio, a demanda das unidades de farmácia clínicas existentes em Campo Grande está acima do que os funcionários da prefeitura podem cumprir. “O apoio dos alunos foi fundamental, pois foi possível realizar uma expansão no setor farmacêutico de Campo Grande. Sem o auxílio deles não teríamos dado conta”.

Ainda segundo Bonifácio os acadêmicos realizam outras atividades nas UBS, “Somado ao projeto de pesquisa com os pacientes, são administrados palestras para população com o intuito de conscientizar um uso racional dos medicamentos. Há um certo medo na relação paciente e médico, então o que ocorre é uma maior busca e confiança nos farmacêuticos a respeito de dúvidas".

Para o acadêmico de farmácia da UFMS, Éder Leal o objetivo do projeto é desenvolver a habilidade do farmacêutico de conversar com o paciente. “O profissional de farmácia sempre vai ter contato com o paciente, então ele precisa tanto do conhecimento técnico do medicamento como da habilidade de se comunicar”. Os profissionais e acadêmicos são responsáveis por orientar o paciente desde o momento em que retira o remédio na UBS até o descarte. “A gente dá a orientação de como tomar os medicamentos. Se o remédio pode ser tomado em jejum, ou se precisa comer antes, por exemplo”. 

A farmacêutica Wesllaine Crepaldi Vieira Rocha destaca que a UBS distribui medicamentos para os pacientes gratuitamente. "Nós não trabalhamos com venda, nós focamos mais na saúde do paciente". Ainda segundo Wesllaine Rocha existe a necessidade da conscientização do consumo do remédio. "Um paciente sentia muita dor no estômago diariamente porque tomava o remédio pela manhã, sendo que aquele remédio deveria ser tomado depois do almoço. São coisas simples que o farmacêutico tem o dever de informar ao paciente para que ele tenha o tratamento adequado".

 

O projeto do curso de farmácia da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), "Contribuições do Farmacêutico no Cuidado de Condições Crônicas na Atenção Primária à Saúde" dá assistência às Unidades Básicas de Saúde (UBS) por meio dos acadêmicos. São atendidos pacientes que possuem doenças crônicas não transmissíveis, responsáveis por 72,6% das mortes no Brasil em 2013, segundo o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Coordenado pela professora doutora Camila Guimarães Polisel, o projeto criado em 2015 é uma parceria da UFMS com a Secretaria Municipal de Saúde Pública (SESAU). 


  Os remédios são distribuidos gratuitamente (Foto: Raira Micheli)

De acordo com a professora, o projeto é constituído por bolsistas e voluntários, "Nós temos aproximadamente 10 acadêmicos de farmácia que cobrem seis unidades localizadas em bairros periféricos. Abrimos também vagas para voluntários e bolsistas de outros projetos". Ainda segundo Camila Polisel, "O projeto foi criado em decorrência da necessidade de fortalecer as atividades clínicas farmacêuticas de Campo Grande e buscar a aproximação dos acadêmicos com os profissionais que trabalham nas UBS".

São desenvolvidas pelos acadêmicos nas UBS atividades clínico farmacêuticas, direcionadas à pessoas com doenças crônicas como diabetes, hipertensão, dislipidemias, cessação de tabagismo.  De acordo com Camilia Polisel, "O projeto tem ênfase em doenças crônicas, e faz orientações direcionadas ao uso correto dos medicamentos, descarte, armazenamento domiciliar, triagem para reações adversas dos medicamentos como intoxicação medicamentosa, estimulam também adesão a terapia não só terapia farmacológica como a terapia não farmacológica".

O farmacêutico da Prefeitura Municipal de Campo Grande, Amador Alves Bonifácio trabalha com Camila Polisel na realização do projeto. Bonifácio afirma, "O principal objetivo é a troca de conhecimento entre funcionários e acadêmicos. É útil para os dois lados, tanto para os funcionários que entram em contato com o lado acadêmico quanto para os estudantes, que adquirem maior experiência profissional".

De acordo com Bonifácio, a demanda das unidades de farmácia clínicas existentes em Campo Grande está acima do que os funcionários da prefeitura podem cumprir. “O apoio dos alunos foi fundamental, pois foi possível realizar uma expansão no setor farmacêutico de Campo Grande. Sem o auxílio deles não teríamos dado conta”.

Ainda segundo Bonifácio os acadêmicos realizam outras atividades nas UBS, “Somado ao projeto de pesquisa com os pacientes, são administrados palestras para população com o intuito de conscientizar um uso racional dos medicamentos. Há um certo medo na relação paciente e médico, então o que ocorre é uma maior busca e confiança nos farmacêuticos a respeito de dúvidas".

Para o acadêmico de farmácia da UFMS, Éder Leal o objetivo do projeto é desenvolver a habilidade do farmacêutico de conversar com o paciente. “O profissional de farmácia sempre vai ter contato com o paciente, então ele precisa tanto do conhecimento técnico do medicamento como da habilidade de se comunicar”. Os profissionais e acadêmicos são responsáveis por orientar o paciente desde o momento em que retira o remédio na UBS até o descarte. “A gente dá a orientação de como tomar os medicamentos. Se o remédio pode ser tomado em jejum, ou se precisa comer antes, por exemplo”. 

A farmacêutica Wesllaine Crepaldi Vieira Rocha destaca que a UBS distribui medicamentos para os pacientes gratuitamente. "Nós não trabalhamos com venda, nós focamos mais na saúde do paciente". Ainda segundo Wesllaine Rocha existe a necessidade da conscientização do consumo do remédio. "Um paciente sentia muita dor no estômago diariamente porque tomava o remédio pela manhã, sendo que aquele remédio deveria ser tomado depois do almoço. São coisas simples que o farmacêutico tem o dever de informar ao paciente para que ele tenha o tratamento adequado".

 

O projeto do curso de farmácia da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), "Contribuições do Farmacêutico no Cuidado de Condições Crônicas na Atenção Primária à Saúde" dá assistência às Unidades Básicas de Saúde (UBS) por meio dos acadêmicos. São atendidos pacientes que possuem doenças crônicas não transmissíveis, responsáveis por 72,6% das mortes no Brasil em 2013, segundo o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Coordenado pela professora doutora Camila Guimarães Polisel, o projeto criado em 2015 é uma parceria da UFMS com a Secretaria Municipal de Saúde Pública (SESAU). 


  Os remédios são distribuidos gratuitamente (Foto: Raira Micheli)

De acordo com a professora, o projeto é constituído por bolsistas e voluntários, "Nós temos aproximadamente 10 acadêmicos de farmácia que cobrem seis unidades localizadas em bairros periféricos. Abrimos também vagas para voluntários e bolsistas de outros projetos". Ainda segundo Camila Polisel, "O projeto foi criado em decorrência da necessidade de fortalecer as atividades clínicas farmacêuticas de Campo Grande e buscar a aproximação dos acadêmicos com os profissionais que trabalham nas UBS".

São desenvolvidas pelos acadêmicos nas UBS atividades clínico farmacêuticas, direcionadas à pessoas com doenças crônicas como diabetes, hipertensão, dislipidemias, cessação de tabagismo.  De acordo com Camilia Polisel, "O projeto tem ênfase em doenças crônicas, e faz orientações direcionadas ao uso correto dos medicamentos, descarte, armazenamento domiciliar, triagem para reações adversas dos medicamentos como intoxicação medicamentosa, estimulam também adesão a terapia não só terapia farmacológica como a terapia não farmacológica".

O farmacêutico da Prefeitura Municipal de Campo Grande, Amador Alves Bonifácio trabalha com Camila Polisel na realização do projeto. Bonifácio afirma, "O principal objetivo é a troca de conhecimento entre funcionários e acadêmicos. É útil para os dois lados, tanto para os funcionários que entram em contato com o lado acadêmico quanto para os estudantes, que adquirem maior experiência profissional".

De acordo com Bonifácio, a demanda das unidades de farmácia clínicas existentes em Campo Grande está acima do que os funcionários da prefeitura podem cumprir. “O apoio dos alunos foi fundamental, pois foi possível realizar uma expansão no setor farmacêutico de Campo Grande. Sem o auxílio deles não teríamos dado conta”.

Ainda segundo Bonifácio os acadêmicos realizam outras atividades nas UBS, “Somado ao projeto de pesquisa com os pacientes, são administrados palestras para população com o intuito de conscientizar um uso racional dos medicamentos. Há um certo medo na relação paciente e médico, então o que ocorre é uma maior busca e confiança nos farmacêuticos a respeito de dúvidas".

Para o acadêmico de farmácia da UFMS, Éder Leal o objetivo do projeto é desenvolver a habilidade do farmacêutico de conversar com o paciente. “O profissional de farmácia sempre vai ter contato com o paciente, então ele precisa tanto do conhecimento técnico do medicamento como da habilidade de se comunicar”. Os profissionais e acadêmicos são responsáveis por orientar o paciente desde o momento em que retira o remédio na UBS até o descarte. “A gente dá a orientação de como tomar os medicamentos. Se o remédio pode ser tomado em jejum, ou se precisa comer antes, por exemplo”. 

A farmacêutica Wesllaine Crepaldi Vieira Rocha destaca que a UBS distribui medicamentos para os pacientes gratuitamente. "Nós não trabalhamos com venda, nós focamos mais na saúde do paciente". Ainda segundo Wesllaine Rocha existe a necessidade da conscientização do consumo do remédio. "Um paciente sentia muita dor no estômago diariamente porque tomava o remédio pela manhã, sendo que aquele remédio deveria ser tomado depois do almoço. São coisas simples que o farmacêutico tem o dever de informar ao paciente para que ele tenha o tratamento adequado".

 

O projeto do curso de farmácia da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), "Contribuições do Farmacêutico no Cuidado de Condições Crônicas na Atenção Primária à Saúde" dá assistência às Unidades Básicas de Saúde (UBS) por meio dos acadêmicos. São atendidos pacientes que possuem doenças crônicas não transmissíveis, responsáveis por 72,6% das mortes no Brasil em 2013, segundo o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Coordenado pela professora doutora Camila Guimarães Polisel, o projeto criado em 2015 é uma parceria da UFMS com a Secretaria Municipal de Saúde Pública (SESAU). 


  Os remédios são distribuidos gratuitamente (Foto: Raira Micheli)

De acordo com a professora, o projeto é constituído por bolsistas e voluntários, "Nós temos aproximadamente 10 acadêmicos de farmácia que cobrem seis unidades localizadas em bairros periféricos. Abrimos também vagas para voluntários e bolsistas de outros projetos". Ainda segundo Camila Polisel, "O projeto foi criado em decorrência da necessidade de fortalecer as atividades clínicas farmacêuticas de Campo Grande e buscar a aproximação dos acadêmicos com os profissionais que trabalham nas UBS".

São desenvolvidas pelos acadêmicos nas UBS atividades clínico farmacêuticas, direcionadas à pessoas com doenças crônicas como diabetes, hipertensão, dislipidemias, cessação de tabagismo.  De acordo com Camilia Polisel, "O projeto tem ênfase em doenças crônicas, e faz orientações direcionadas ao uso correto dos medicamentos, descarte, armazenamento domiciliar, triagem para reações adversas dos medicamentos como intoxicação medicamentosa, estimulam também adesão a terapia não só terapia farmacológica como a terapia não farmacológica".

O farmacêutico da Prefeitura Municipal de Campo Grande, Amador Alves Bonifácio trabalha com Camila Polisel na realização do projeto. Bonifácio afirma, "O principal objetivo é a troca de conhecimento entre funcionários e acadêmicos. É útil para os dois lados, tanto para os funcionários que entram em contato com o lado acadêmico quanto para os estudantes, que adquirem maior experiência profissional".

De acordo com Bonifácio, a demanda das unidades de farmácia clínicas existentes em Campo Grande está acima do que os funcionários da prefeitura podem cumprir. “O apoio dos alunos foi fundamental, pois foi possível realizar uma expansão no setor farmacêutico de Campo Grande. Sem o auxílio deles não teríamos dado conta”.

Ainda segundo Bonifácio os acadêmicos realizam outras atividades nas UBS, “Somado ao projeto de pesquisa com os pacientes, são administrados palestras para população com o intuito de conscientizar um uso racional dos medicamentos. Há um certo medo na relação paciente e médico, então o que ocorre é uma maior busca e confiança nos farmacêuticos a respeito de dúvidas".

Para o acadêmico de farmácia da UFMS, Éder Leal o objetivo do projeto é desenvolver a habilidade do farmacêutico de conversar com o paciente. “O profissional de farmácia sempre vai ter contato com o paciente, então ele precisa tanto do conhecimento técnico do medicamento como da habilidade de se comunicar”. Os profissionais e acadêmicos são responsáveis por orientar o paciente desde o momento em que retira o remédio na UBS até o descarte. “A gente dá a orientação de como tomar os medicamentos. Se o remédio pode ser tomado em jejum, ou se precisa comer antes, por exemplo”. 

A farmacêutica Wesllaine Crepaldi Vieira Rocha destaca que a UBS distribui medicamentos para os pacientes gratuitamente. "Nós não trabalhamos com venda, nós focamos mais na saúde do paciente". Ainda segundo Wesllaine Rocha existe a necessidade da conscientização do consumo do remédio. "Um paciente sentia muita dor no estômago diariamente porque tomava o remédio pela manhã, sendo que aquele remédio deveria ser tomado depois do almoço. São coisas simples que o farmacêutico tem o dever de informar ao paciente para que ele tenha o tratamento adequado".

 

O projeto do curso de farmácia da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), "Contribuições do Farmacêutico no Cuidado de Condições Crônicas na Atenção Primária à Saúde" dá assistência às Unidades Básicas de Saúde (UBS) por meio dos acadêmicos. São atendidos pacientes que possuem doenças crônicas não transmissíveis, responsáveis por 72,6% das mortes no Brasil em 2013, segundo o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Coordenado pela professora doutora Camila Guimarães Polisel, o projeto criado em 2015 é uma parceria da UFMS com a Secretaria Municipal de Saúde Pública (SESAU). 


  Os remédios são distribuidos gratuitamente (Foto: Raira Micheli)

De acordo com a professora, o projeto é constituído por bolsistas e voluntários, "Nós temos aproximadamente 10 acadêmicos de farmácia que cobrem seis unidades localizadas em bairros periféricos. Abrimos também vagas para voluntários e bolsistas de outros projetos". Ainda segundo Camila Polisel, "O projeto foi criado em decorrência da necessidade de fortalecer as atividades clínicas farmacêuticas de Campo Grande e buscar a aproximação dos acadêmicos com os profissionais que trabalham nas UBS".

São desenvolvidas pelos acadêmicos nas UBS atividades clínico farmacêuticas, direcionadas à pessoas com doenças crônicas como diabetes, hipertensão, dislipidemias, cessação de tabagismo.  De acordo com Camilia Polisel, "O projeto tem ênfase em doenças crônicas, e faz orientações direcionadas ao uso correto dos medicamentos, descarte, armazenamento domiciliar, triagem para reações adversas dos medicamentos como intoxicação medicamentosa, estimulam também adesão a terapia não só terapia farmacológica como a terapia não farmacológica".

O farmacêutico da Prefeitura Municipal de Campo Grande, Amador Alves Bonifácio trabalha com Camila Polisel na realização do projeto. Bonifácio afirma, "O principal objetivo é a troca de conhecimento entre funcionários e acadêmicos. É útil para os dois lados, tanto para os funcionários que entram em contato com o lado acadêmico quanto para os estudantes, que adquirem maior experiência profissional".

De acordo com Bonifácio, a demanda das unidades de farmácia clínicas existentes em Campo Grande está acima do que os funcionários da prefeitura podem cumprir. “O apoio dos alunos foi fundamental, pois foi possível realizar uma expansão no setor farmacêutico de Campo Grande. Sem o auxílio deles não teríamos dado conta”.

Ainda segundo Bonifácio os acadêmicos realizam outras atividades nas UBS, “Somado ao projeto de pesquisa com os pacientes, são administrados palestras para população com o intuito de conscientizar um uso racional dos medicamentos. Há um certo medo na relação paciente e médico, então o que ocorre é uma maior busca e confiança nos farmacêuticos a respeito de dúvidas".

Para o acadêmico de farmácia da UFMS, Éder Leal o objetivo do projeto é desenvolver a habilidade do farmacêutico de conversar com o paciente. “O profissional de farmácia sempre vai ter contato com o paciente, então ele precisa tanto do conhecimento técnico do medicamento como da habilidade de se comunicar”. Os profissionais e acadêmicos são responsáveis por orientar o paciente desde o momento em que retira o remédio na UBS até o descarte. “A gente dá a orientação de como tomar os medicamentos. Se o remédio pode ser tomado em jejum, ou se precisa comer antes, por exemplo”. 

A farmacêutica Wesllaine Crepaldi Vieira Rocha destaca que a UBS distribui medicamentos para os pacientes gratuitamente. "Nós não trabalhamos com venda, nós focamos mais na saúde do paciente". Ainda segundo Wesllaine Rocha existe a necessidade da conscientização do consumo do remédio. "Um paciente sentia muita dor no estômago diariamente porque tomava o remédio pela manhã, sendo que aquele remédio deveria ser tomado depois do almoço. São coisas simples que o farmacêutico tem o dever de informar ao paciente para que ele tenha o tratamento adequado".

 

O projeto do curso de farmácia da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), "Contribuições do Farmacêutico no Cuidado de Condições Crônicas na Atenção Primária à Saúde" dá assistência às Unidades Básicas de Saúde (UBS) por meio dos acadêmicos. São atendidos pacientes que possuem doenças crônicas não transmissíveis, responsáveis por 72,6% das mortes no Brasil em 2013, segundo o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Coordenado pela professora doutora Camila Guimarães Polisel, o projeto criado em 2015 é uma parceria da UFMS com a Secretaria Municipal de Saúde Pública (SESAU). 


  Os remédios são distribuidos gratuitamente (Foto: Raira Micheli)

De acordo com a professora, o projeto é constituído por bolsistas e voluntários, "Nós temos aproximadamente 10 acadêmicos de farmácia que cobrem seis unidades localizadas em bairros periféricos. Abrimos também vagas para voluntários e bolsistas de outros projetos". Ainda segundo Camila Polisel, "O projeto foi criado em decorrência da necessidade de fortalecer as atividades clínicas farmacêuticas de Campo Grande e buscar a aproximação dos acadêmicos com os profissionais que trabalham nas UBS".

São desenvolvidas pelos acadêmicos nas UBS atividades clínico farmacêuticas, direcionadas à pessoas com doenças crônicas como diabetes, hipertensão, dislipidemias, cessação de tabagismo.  De acordo com Camilia Polisel, "O projeto tem ênfase em doenças crônicas, e faz orientações direcionadas ao uso correto dos medicamentos, descarte, armazenamento domiciliar, triagem para reações adversas dos medicamentos como intoxicação medicamentosa, estimulam também adesão a terapia não só terapia farmacológica como a terapia não farmacológica".

O farmacêutico da Prefeitura Municipal de Campo Grande, Amador Alves Bonifácio trabalha com Camila Polisel na realização do projeto. Bonifácio afirma, "O principal objetivo é a troca de conhecimento entre funcionários e acadêmicos. É útil para os dois lados, tanto para os funcionários que entram em contato com o lado acadêmico quanto para os estudantes, que adquirem maior experiência profissional".

De acordo com Bonifácio, a demanda das unidades de farmácia clínicas existentes em Campo Grande está acima do que os funcionários da prefeitura podem cumprir. “O apoio dos alunos foi fundamental, pois foi possível realizar uma expansão no setor farmacêutico de Campo Grande. Sem o auxílio deles não teríamos dado conta”.

Ainda segundo Bonifácio os acadêmicos realizam outras atividades nas UBS, “Somado ao projeto de pesquisa com os pacientes, são administrados palestras para população com o intuito de conscientizar um uso racional dos medicamentos. Há um certo medo na relação paciente e médico, então o que ocorre é uma maior busca e confiança nos farmacêuticos a respeito de dúvidas".

Para o acadêmico de farmácia da UFMS, Éder Leal o objetivo do projeto é desenvolver a habilidade do farmacêutico de conversar com o paciente. “O profissional de farmácia sempre vai ter contato com o paciente, então ele precisa tanto do conhecimento técnico do medicamento como da habilidade de se comunicar”. Os profissionais e acadêmicos são responsáveis por orientar o paciente desde o momento em que retira o remédio na UBS até o descarte. “A gente dá a orientação de como tomar os medicamentos. Se o remédio pode ser tomado em jejum, ou se precisa comer antes, por exemplo”. 

A farmacêutica Wesllaine Crepaldi Vieira Rocha destaca que a UBS distribui medicamentos para os pacientes gratuitamente. "Nós não trabalhamos com venda, nós focamos mais na saúde do paciente". Ainda segundo Wesllaine Rocha existe a necessidade da conscientização do consumo do remédio. "Um paciente sentia muita dor no estômago diariamente porque tomava o remédio pela manhã, sendo que aquele remédio deveria ser tomado depois do almoço. São coisas simples que o farmacêutico tem o dever de informar ao paciente para que ele tenha o tratamento adequado".

 

O projeto do curso de farmácia da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), "Contribuições do Farmacêutico no Cuidado de Condições Crônicas na Atenção Primária à Saúde" dá assistência às Unidades Básicas de Saúde (UBS) por meio dos acadêmicos. São atendidos pacientes que possuem doenças crônicas não transmissíveis, responsáveis por 72,6% das mortes no Brasil em 2013, segundo o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Coordenado pela professora doutora Camila Guimarães Polisel, o projeto criado em 2015 é uma parceria da UFMS com a Secretaria Municipal de Saúde Pública (SESAU). 


  Os remédios são distribuidos gratuitamente (Foto: Raira Micheli)

De acordo com a professora, o projeto é constituído por bolsistas e voluntários, "Nós temos aproximadamente 10 acadêmicos de farmácia que cobrem seis unidades localizadas em bairros periféricos. Abrimos também vagas para voluntários e bolsistas de outros projetos". Ainda segundo Camila Polisel, "O projeto foi criado em decorrência da necessidade de fortalecer as atividades clínicas farmacêuticas de Campo Grande e buscar a aproximação dos acadêmicos com os profissionais que trabalham nas UBS".

São desenvolvidas pelos acadêmicos nas UBS atividades clínico farmacêuticas, direcionadas à pessoas com doenças crônicas como diabetes, hipertensão, dislipidemias, cessação de tabagismo.  De acordo com Camilia Polisel, "O projeto tem ênfase em doenças crônicas, e faz orientações direcionadas ao uso correto dos medicamentos, descarte, armazenamento domiciliar, triagem para reações adversas dos medicamentos como intoxicação medicamentosa, estimulam também adesão a terapia não só terapia farmacológica como a terapia não farmacológica".

O farmacêutico da Prefeitura Municipal de Campo Grande, Amador Alves Bonifácio trabalha com Camila Polisel na realização do projeto. Bonifácio afirma, "O principal objetivo é a troca de conhecimento entre funcionários e acadêmicos. É útil para os dois lados, tanto para os funcionários que entram em contato com o lado acadêmico quanto para os estudantes, que adquirem maior experiência profissional".

De acordo com Bonifácio, a demanda das unidades de farmácia clínicas existentes em Campo Grande está acima do que os funcionários da prefeitura podem cumprir. “O apoio dos alunos foi fundamental, pois foi possível realizar uma expansão no setor farmacêutico de Campo Grande. Sem o auxílio deles não teríamos dado conta”.

Ainda segundo Bonifácio os acadêmicos realizam outras atividades nas UBS, “Somado ao projeto de pesquisa com os pacientes, são administrados palestras para população com o intuito de conscientizar um uso racional dos medicamentos. Há um certo medo na relação paciente e médico, então o que ocorre é uma maior busca e confiança nos farmacêuticos a respeito de dúvidas".

Para o acadêmico de farmácia da UFMS, Éder Leal o objetivo do projeto é desenvolver a habilidade do farmacêutico de conversar com o paciente. “O profissional de farmácia sempre vai ter contato com o paciente, então ele precisa tanto do conhecimento técnico do medicamento como da habilidade de se comunicar”. Os profissionais e acadêmicos são responsáveis por orientar o paciente desde o momento em que retira o remédio na UBS até o descarte. “A gente dá a orientação de como tomar os medicamentos. Se o remédio pode ser tomado em jejum, ou se precisa comer antes, por exemplo”. 

A farmacêutica Wesllaine Crepaldi Vieira Rocha destaca que a UBS distribui medicamentos para os pacientes gratuitamente. "Nós não trabalhamos com venda, nós focamos mais na saúde do paciente". Ainda segundo Wesllaine Rocha existe a necessidade da conscientização do consumo do remédio. "Um paciente sentia muita dor no estômago diariamente porque tomava o remédio pela manhã, sendo que aquele remédio deveria ser tomado depois do almoço. São coisas simples que o farmacêutico tem o dever de informar ao paciente para que ele tenha o tratamento adequado".

 

O projeto do curso de farmácia da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), "Contribuições do Farmacêutico no Cuidado de Condições Crônicas na Atenção Primária à Saúde" dá assistência às Unidades Básicas de Saúde (UBS) por meio dos acadêmicos. São atendidos pacientes que possuem doenças crônicas não transmissíveis, responsáveis por 72,6% das mortes no Brasil em 2013, segundo o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Coordenado pela professora doutora Camila Guimarães Polisel, o projeto criado em 2015 é uma parceria da UFMS com a Secretaria Municipal de Saúde Pública (SESAU). 


  Os remédios são distribuidos gratuitamente (Foto: Raira Micheli)

De acordo com a professora, o projeto é constituído por bolsistas e voluntários, "Nós temos aproximadamente 10 acadêmicos de farmácia que cobrem seis unidades localizadas em bairros periféricos. Abrimos também vagas para voluntários e bolsistas de outros projetos". Ainda segundo Camila Polisel, "O projeto foi criado em decorrência da necessidade de fortalecer as atividades clínicas farmacêuticas de Campo Grande e buscar a aproximação dos acadêmicos com os profissionais que trabalham nas UBS".

São desenvolvidas pelos acadêmicos nas UBS atividades clínico farmacêuticas, direcionadas à pessoas com doenças crônicas como diabetes, hipertensão, dislipidemias, cessação de tabagismo.  De acordo com Camilia Polisel, "O projeto tem ênfase em doenças crônicas, e faz orientações direcionadas ao uso correto dos medicamentos, descarte, armazenamento domiciliar, triagem para reações adversas dos medicamentos como intoxicação medicamentosa, estimulam também adesão a terapia não só terapia farmacológica como a terapia não farmacológica".

O farmacêutico da Prefeitura Municipal de Campo Grande, Amador Alves Bonifácio trabalha com Camila Polisel na realização do projeto. Bonifácio afirma, "O principal objetivo é a troca de conhecimento entre funcionários e acadêmicos. É útil para os dois lados, tanto para os funcionários que entram em contato com o lado acadêmico quanto para os estudantes, que adquirem maior experiência profissional".

De acordo com Bonifácio, a demanda das unidades de farmácia clínicas existentes em Campo Grande está acima do que os funcionários da prefeitura podem cumprir. “O apoio dos alunos foi fundamental, pois foi possível realizar uma expansão no setor farmacêutico de Campo Grande. Sem o auxílio deles não teríamos dado conta”.

Ainda segundo Bonifácio os acadêmicos realizam outras atividades nas UBS, “Somado ao projeto de pesquisa com os pacientes, são administrados palestras para população com o intuito de conscientizar um uso racional dos medicamentos. Há um certo medo na relação paciente e médico, então o que ocorre é uma maior busca e confiança nos farmacêuticos a respeito de dúvidas".

Para o acadêmico de farmácia da UFMS, Éder Leal o objetivo do projeto é desenvolver a habilidade do farmacêutico de conversar com o paciente. “O profissional de farmácia sempre vai ter contato com o paciente, então ele precisa tanto do conhecimento técnico do medicamento como da habilidade de se comunicar”. Os profissionais e acadêmicos são responsáveis por orientar o paciente desde o momento em que retira o remédio na UBS até o descarte. “A gente dá a orientação de como tomar os medicamentos. Se o remédio pode ser tomado em jejum, ou se precisa comer antes, por exemplo”. 

A farmacêutica Wesllaine Crepaldi Vieira Rocha destaca que a UBS distribui medicamentos para os pacientes gratuitamente. "Nós não trabalhamos com venda, nós focamos mais na saúde do paciente". Ainda segundo Wesllaine Rocha existe a necessidade da conscientização do consumo do remédio. "Um paciente sentia muita dor no estômago diariamente porque tomava o remédio pela manhã, sendo que aquele remédio deveria ser tomado depois do almoço. São coisas simples que o farmacêutico tem o dever de informar ao paciente para que ele tenha o tratamento adequado".

 

O projeto do curso de farmácia da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), "Contribuições do Farmacêutico no Cuidado de Condições Crônicas na Atenção Primária à Saúde" dá assistência às Unidades Básicas de Saúde (UBS) por meio dos acadêmicos. São atendidos pacientes que possuem doenças crônicas não transmissíveis, responsáveis por 72,6% das mortes no Brasil em 2013, segundo o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Coordenado pela professora doutora Camila Guimarães Polisel, o projeto criado em 2015 é uma parceria da UFMS com a Secretaria Municipal de Saúde Pública (SESAU). 


  Os remédios são distribuidos gratuitamente (Foto: Raira Micheli)

De acordo com a professora, o projeto é constituído por bolsistas e voluntários, "Nós temos aproximadamente 10 acadêmicos de farmácia que cobrem seis unidades localizadas em bairros periféricos. Abrimos também vagas para voluntários e bolsistas de outros projetos". Ainda segundo Camila Polisel, "O projeto foi criado em decorrência da necessidade de fortalecer as atividades clínicas farmacêuticas de Campo Grande e buscar a aproximação dos acadêmicos com os profissionais que trabalham nas UBS".

São desenvolvidas pelos acadêmicos nas UBS atividades clínico farmacêuticas, direcionadas à pessoas com doenças crônicas como diabetes, hipertensão, dislipidemias, cessação de tabagismo.  De acordo com Camilia Polisel, "O projeto tem ênfase em doenças crônicas, e faz orientações direcionadas ao uso correto dos medicamentos, descarte, armazenamento domiciliar, triagem para reações adversas dos medicamentos como intoxicação medicamentosa, estimulam também adesão a terapia não só terapia farmacológica como a terapia não farmacológica".

O farmacêutico da Prefeitura Municipal de Campo Grande, Amador Alves Bonifácio trabalha com Camila Polisel na realização do projeto. Bonifácio afirma, "O principal objetivo é a troca de conhecimento entre funcionários e acadêmicos. É útil para os dois lados, tanto para os funcionários que entram em contato com o lado acadêmico quanto para os estudantes, que adquirem maior experiência profissional".

De acordo com Bonifácio, a demanda das unidades de farmácia clínicas existentes em Campo Grande está acima do que os funcionários da prefeitura podem cumprir. “O apoio dos alunos foi fundamental, pois foi possível realizar uma expansão no setor farmacêutico de Campo Grande. Sem o auxílio deles não teríamos dado conta”.

Ainda segundo Bonifácio os acadêmicos realizam outras atividades nas UBS, “Somado ao projeto de pesquisa com os pacientes, são administrados palestras para população com o intuito de conscientizar um uso racional dos medicamentos. Há um certo medo na relação paciente e médico, então o que ocorre é uma maior busca e confiança nos farmacêuticos a respeito de dúvidas".

Para o acadêmico de farmácia da UFMS, Éder Leal o objetivo do projeto é desenvolver a habilidade do farmacêutico de conversar com o paciente. “O profissional de farmácia sempre vai ter contato com o paciente, então ele precisa tanto do conhecimento técnico do medicamento como da habilidade de se comunicar”. Os profissionais e acadêmicos são responsáveis por orientar o paciente desde o momento em que retira o remédio na UBS até o descarte. “A gente dá a orientação de como tomar os medicamentos. Se o remédio pode ser tomado em jejum, ou se precisa comer antes, por exemplo”. 

A farmacêutica Wesllaine Crepaldi Vieira Rocha destaca que a UBS distribui medicamentos para os pacientes gratuitamente. "Nós não trabalhamos com venda, nós focamos mais na saúde do paciente". Ainda segundo Wesllaine Rocha existe a necessidade da conscientização do consumo do remédio. "Um paciente sentia muita dor no estômago diariamente porque tomava o remédio pela manhã, sendo que aquele remédio deveria ser tomado depois do almoço. São coisas simples que o farmacêutico tem o dever de informar ao paciente para que ele tenha o tratamento adequado".

 

O projeto do curso de farmácia da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), "Contribuições do Farmacêutico no Cuidado de Condições Crônicas na Atenção Primária à Saúde" dá assistência às Unidades Básicas de Saúde (UBS) por meio dos acadêmicos. São atendidos pacientes que possuem doenças crônicas não transmissíveis, responsáveis por 72,6% das mortes no Brasil em 2013, segundo o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Coordenado pela professora doutora Camila Guimarães Polisel, o projeto criado em 2015 é uma parceria da UFMS com a Secretaria Municipal de Saúde Pública (SESAU). 


  Os remédios são distribuidos gratuitamente (Foto: Raira Micheli)

De acordo com a professora, o projeto é constituído por bolsistas e voluntários, "Nós temos aproximadamente 10 acadêmicos de farmácia que cobrem seis unidades localizadas em bairros periféricos. Abrimos também vagas para voluntários e bolsistas de outros projetos". Ainda segundo Camila Polisel, "O projeto foi criado em decorrência da necessidade de fortalecer as atividades clínicas farmacêuticas de Campo Grande e buscar a aproximação dos acadêmicos com os profissionais que trabalham nas UBS".

São desenvolvidas pelos acadêmicos nas UBS atividades clínico farmacêuticas, direcionadas à pessoas com doenças crônicas como diabetes, hipertensão, dislipidemias, cessação de tabagismo.  De acordo com Camilia Polisel, "O projeto tem ênfase em doenças crônicas, e faz orientações direcionadas ao uso correto dos medicamentos, descarte, armazenamento domiciliar, triagem para reações adversas dos medicamentos como intoxicação medicamentosa, estimulam também adesão a terapia não só terapia farmacológica como a terapia não farmacológica".

O farmacêutico da Prefeitura Municipal de Campo Grande, Amador Alves Bonifácio trabalha com Camila Polisel na realização do projeto. Bonifácio afirma, "O principal objetivo é a troca de conhecimento entre funcionários e acadêmicos. É útil para os dois lados, tanto para os funcionários que entram em contato com o lado acadêmico quanto para os estudantes, que adquirem maior experiência profissional".

De acordo com Bonifácio, a demanda das unidades de farmácia clínicas existentes em Campo Grande está acima do que os funcionários da prefeitura podem cumprir. “O apoio dos alunos foi fundamental, pois foi possível realizar uma expansão no setor farmacêutico de Campo Grande. Sem o auxílio deles não teríamos dado conta”.

Ainda segundo Bonifácio os acadêmicos realizam outras atividades nas UBS, “Somado ao projeto de pesquisa com os pacientes, são administrados palestras para população com o intuito de conscientizar um uso racional dos medicamentos. Há um certo medo na relação paciente e médico, então o que ocorre é uma maior busca e confiança nos farmacêuticos a respeito de dúvidas".

Para o acadêmico de farmácia da UFMS, Éder Leal o objetivo do projeto é desenvolver a habilidade do farmacêutico de conversar com o paciente. “O profissional de farmácia sempre vai ter contato com o paciente, então ele precisa tanto do conhecimento técnico do medicamento como da habilidade de se comunicar”. Os profissionais e acadêmicos são responsáveis por orientar o paciente desde o momento em que retira o remédio na UBS até o descarte. “A gente dá a orientação de como tomar os medicamentos. Se o remédio pode ser tomado em jejum, ou se precisa comer antes, por exemplo”. 

A farmacêutica Wesllaine Crepaldi Vieira Rocha destaca que a UBS distribui medicamentos para os pacientes gratuitamente. "Nós não trabalhamos com venda, nós focamos mais na saúde do paciente". Ainda segundo Wesllaine Rocha existe a necessidade da conscientização do consumo do remédio. "Um paciente sentia muita dor no estômago diariamente porque tomava o remédio pela manhã, sendo que aquele remédio deveria ser tomado depois do almoço. São coisas simples que o farmacêutico tem o dever de informar ao paciente para que ele tenha o tratamento adequado".

 

O projeto do curso de farmácia da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), "Contribuições do Farmacêutico no Cuidado de Condições Crônicas na Atenção Primária à Saúde" dá assistência às Unidades Básicas de Saúde (UBS) por meio dos acadêmicos. São atendidos pacientes que possuem doenças crônicas não transmissíveis, responsáveis por 72,6% das mortes no Brasil em 2013, segundo o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Coordenado pela professora doutora Camila Guimarães Polisel, o projeto criado em 2015 é uma parceria da UFMS com a Secretaria Municipal de Saúde Pública (SESAU). 


  Os remédios são distribuidos gratuitamente (Foto: Raira Micheli)

De acordo com a professora, o projeto é constituído por bolsistas e voluntários, "Nós temos aproximadamente 10 acadêmicos de farmácia que cobrem seis unidades localizadas em bairros periféricos. Abrimos também vagas para voluntários e bolsistas de outros projetos". Ainda segundo Camila Polisel, "O projeto foi criado em decorrência da necessidade de fortalecer as atividades clínicas farmacêuticas de Campo Grande e buscar a aproximação dos acadêmicos com os profissionais que trabalham nas UBS".

São desenvolvidas pelos acadêmicos nas UBS atividades clínico farmacêuticas, direcionadas à pessoas com doenças crônicas como diabetes, hipertensão, dislipidemias, cessação de tabagismo.  De acordo com Camilia Polisel, "O projeto tem ênfase em doenças crônicas, e faz orientações direcionadas ao uso correto dos medicamentos, descarte, armazenamento domiciliar, triagem para reações adversas dos medicamentos como intoxicação medicamentosa, estimulam também adesão a terapia não só terapia farmacológica como a terapia não farmacológica".

O farmacêutico da Prefeitura Municipal de Campo Grande, Amador Alves Bonifácio trabalha com Camila Polisel na realização do projeto. Bonifácio afirma, "O principal objetivo é a troca de conhecimento entre funcionários e acadêmicos. É útil para os dois lados, tanto para os funcionários que entram em contato com o lado acadêmico quanto para os estudantes, que adquirem maior experiência profissional".

De acordo com Bonifácio, a demanda das unidades de farmácia clínicas existentes em Campo Grande está acima do que os funcionários da prefeitura podem cumprir. “O apoio dos alunos foi fundamental, pois foi possível realizar uma expansão no setor farmacêutico de Campo Grande. Sem o auxílio deles não teríamos dado conta”.

Ainda segundo Bonifácio os acadêmicos realizam outras atividades nas UBS, “Somado ao projeto de pesquisa com os pacientes, são administrados palestras para população com o intuito de conscientizar um uso racional dos medicamentos. Há um certo medo na relação paciente e médico, então o que ocorre é uma maior busca e confiança nos farmacêuticos a respeito de dúvidas".

Para o acadêmico de farmácia da UFMS, Éder Leal o objetivo do projeto é desenvolver a habilidade do farmacêutico de conversar com o paciente. “O profissional de farmácia sempre vai ter contato com o paciente, então ele precisa tanto do conhecimento técnico do medicamento como da habilidade de se comunicar”. Os profissionais e acadêmicos são responsáveis por orientar o paciente desde o momento em que retira o remédio na UBS até o descarte. “A gente dá a orientação de como tomar os medicamentos. Se o remédio pode ser tomado em jejum, ou se precisa comer antes, por exemplo”. 

A farmacêutica Wesllaine Crepaldi Vieira Rocha destaca que a UBS distribui medicamentos para os pacientes gratuitamente. "Nós não trabalhamos com venda, nós focamos mais na saúde do paciente". Ainda segundo Wesllaine Rocha existe a necessidade da conscientização do consumo do remédio. "Um paciente sentia muita dor no estômago diariamente porque tomava o remédio pela manhã, sendo que aquele remédio deveria ser tomado depois do almoço. São coisas simples que o farmacêutico tem o dever de informar ao paciente para que ele tenha o tratamento adequado".

 

O projeto do curso de farmácia da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), "Contribuições do Farmacêutico no Cuidado de Condições Crônicas na Atenção Primária à Saúde" dá assistência às Unidades Básicas de Saúde (UBS) por meio dos acadêmicos. São atendidos pacientes que possuem doenças crônicas não transmissíveis, responsáveis por 72,6% das mortes no Brasil em 2013, segundo o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Coordenado pela professora doutora Camila Guimarães Polisel, o projeto criado em 2015 é uma parceria da UFMS com a Secretaria Municipal de Saúde Pública (SESAU). 


  Os remédios são distribuidos gratuitamente (Foto: Raira Micheli)

De acordo com a professora, o projeto é constituído por bolsistas e voluntários, "Nós temos aproximadamente 10 acadêmicos de farmácia que cobrem seis unidades localizadas em bairros periféricos. Abrimos também vagas para voluntários e bolsistas de outros projetos". Ainda segundo Camila Polisel, "O projeto foi criado em decorrência da necessidade de fortalecer as atividades clínicas farmacêuticas de Campo Grande e buscar a aproximação dos acadêmicos com os profissionais que trabalham nas UBS".

São desenvolvidas pelos acadêmicos nas UBS atividades clínico farmacêuticas, direcionadas à pessoas com doenças crônicas como diabetes, hipertensão, dislipidemias, cessação de tabagismo.  De acordo com Camilia Polisel, "O projeto tem ênfase em doenças crônicas, e faz orientações direcionadas ao uso correto dos medicamentos, descarte, armazenamento domiciliar, triagem para reações adversas dos medicamentos como intoxicação medicamentosa, estimulam também adesão a terapia não só terapia farmacológica como a terapia não farmacológica".

O farmacêutico da Prefeitura Municipal de Campo Grande, Amador Alves Bonifácio trabalha com Camila Polisel na realização do projeto. Bonifácio afirma, "O principal objetivo é a troca de conhecimento entre funcionários e acadêmicos. É útil para os dois lados, tanto para os funcionários que entram em contato com o lado acadêmico quanto para os estudantes, que adquirem maior experiência profissional".

De acordo com Bonifácio, a demanda das unidades de farmácia clínicas existentes em Campo Grande está acima do que os funcionários da prefeitura podem cumprir. “O apoio dos alunos foi fundamental, pois foi possível realizar uma expansão no setor farmacêutico de Campo Grande. Sem o auxílio deles não teríamos dado conta”.

Ainda segundo Bonifácio os acadêmicos realizam outras atividades nas UBS, “Somado ao projeto de pesquisa com os pacientes, são administrados palestras para população com o intuito de conscientizar um uso racional dos medicamentos. Há um certo medo na relação paciente e médico, então o que ocorre é uma maior busca e confiança nos farmacêuticos a respeito de dúvidas".

Para o acadêmico de farmácia da UFMS, Éder Leal o objetivo do projeto é desenvolver a habilidade do farmacêutico de conversar com o paciente. “O profissional de farmácia sempre vai ter contato com o paciente, então ele precisa tanto do conhecimento técnico do medicamento como da habilidade de se comunicar”. Os profissionais e acadêmicos são responsáveis por orientar o paciente desde o momento em que retira o remédio na UBS até o descarte. “A gente dá a orientação de como tomar os medicamentos. Se o remédio pode ser tomado em jejum, ou se precisa comer antes, por exemplo”. 

A farmacêutica Wesllaine Crepaldi Vieira Rocha destaca que a UBS distribui medicamentos para os pacientes gratuitamente. "Nós não trabalhamos com venda, nós focamos mais na saúde do paciente". Ainda segundo Wesllaine Rocha existe a necessidade da conscientização do consumo do remédio. "Um paciente sentia muita dor no estômago diariamente porque tomava o remédio pela manhã, sendo que aquele remédio deveria ser tomado depois do almoço. São coisas simples que o farmacêutico tem o dever de informar ao paciente para que ele tenha o tratamento adequado".

 

O projeto do curso de farmácia da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), "Contribuições do Farmacêutico no Cuidado de Condições Crônicas na Atenção Primária à Saúde" dá assistência às Unidades Básicas de Saúde (UBS) por meio dos acadêmicos. São atendidos pacientes que possuem doenças crônicas não transmissíveis, responsáveis por 72,6% das mortes no Brasil em 2013, segundo o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Coordenado pela professora doutora Camila Guimarães Polisel, o projeto criado em 2015 é uma parceria da UFMS com a Secretaria Municipal de Saúde Pública (SESAU). 


  Os remédios são distribuidos gratuitamente (Foto: Raira Micheli)

De acordo com a professora, o projeto é constituído por bolsistas e voluntários, "Nós temos aproximadamente 10 acadêmicos de farmácia que cobrem seis unidades localizadas em bairros periféricos. Abrimos também vagas para voluntários e bolsistas de outros projetos". Ainda segundo Camila Polisel, "O projeto foi criado em decorrência da necessidade de fortalecer as atividades clínicas farmacêuticas de Campo Grande e buscar a aproximação dos acadêmicos com os profissionais que trabalham nas UBS".

São desenvolvidas pelos acadêmicos nas UBS atividades clínico farmacêuticas, direcionadas à pessoas com doenças crônicas como diabetes, hipertensão, dislipidemias, cessação de tabagismo.  De acordo com Camilia Polisel, "O projeto tem ênfase em doenças crônicas, e faz orientações direcionadas ao uso correto dos medicamentos, descarte, armazenamento domiciliar, triagem para reações adversas dos medicamentos como intoxicação medicamentosa, estimulam também adesão a terapia não só terapia farmacológica como a terapia não farmacológica".

O farmacêutico da Prefeitura Municipal de Campo Grande, Amador Alves Bonifácio trabalha com Camila Polisel na realização do projeto. Bonifácio afirma, "O principal objetivo é a troca de conhecimento entre funcionários e acadêmicos. É útil para os dois lados, tanto para os funcionários que entram em contato com o lado acadêmico quanto para os estudantes, que adquirem maior experiência profissional".

De acordo com Bonifácio, a demanda das unidades de farmácia clínicas existentes em Campo Grande está acima do que os funcionários da prefeitura podem cumprir. “O apoio dos alunos foi fundamental, pois foi possível realizar uma expansão no setor farmacêutico de Campo Grande. Sem o auxílio deles não teríamos dado conta”.

Ainda segundo Bonifácio os acadêmicos realizam outras atividades nas UBS, “Somado ao projeto de pesquisa com os pacientes, são administrados palestras para população com o intuito de conscientizar um uso racional dos medicamentos. Há um certo medo na relação paciente e médico, então o que ocorre é uma maior busca e confiança nos farmacêuticos a respeito de dúvidas".

Para o acadêmico de farmácia da UFMS, Éder Leal o objetivo do projeto é desenvolver a habilidade do farmacêutico de conversar com o paciente. “O profissional de farmácia sempre vai ter contato com o paciente, então ele precisa tanto do conhecimento técnico do medicamento como da habilidade de se comunicar”. Os profissionais e acadêmicos são responsáveis por orientar o paciente desde o momento em que retira o remédio na UBS até o descarte. “A gente dá a orientação de como tomar os medicamentos. Se o remédio pode ser tomado em jejum, ou se precisa comer antes, por exemplo”. 

A farmacêutica Wesllaine Crepaldi Vieira Rocha destaca que a UBS distribui medicamentos para os pacientes gratuitamente. "Nós não trabalhamos com venda, nós focamos mais na saúde do paciente". Ainda segundo Wesllaine Rocha existe a necessidade da conscientização do consumo do remédio. "Um paciente sentia muita dor no estômago diariamente porque tomava o remédio pela manhã, sendo que aquele remédio deveria ser tomado depois do almoço. São coisas simples que o farmacêutico tem o dever de informar ao paciente para que ele tenha o tratamento adequado".

 

O projeto do curso de farmácia da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), "Contribuições do Farmacêutico no Cuidado de Condições Crônicas na Atenção Primária à Saúde" dá assistência às Unidades Básicas de Saúde (UBS) por meio dos acadêmicos. São atendidos pacientes que possuem doenças crônicas não transmissíveis, responsáveis por 72,6% das mortes no Brasil em 2013, segundo o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Coordenado pela professora doutora Camila Guimarães Polisel, o projeto criado em 2015 é uma parceria da UFMS com a Secretaria Municipal de Saúde Pública (SESAU). 


  Os remédios são distribuidos gratuitamente (Foto: Raira Micheli)

De acordo com a professora, o projeto é constituído por bolsistas e voluntários, "Nós temos aproximadamente 10 acadêmicos de farmácia que cobrem seis unidades localizadas em bairros periféricos. Abrimos também vagas para voluntários e bolsistas de outros projetos". Ainda segundo Camila Polisel, "O projeto foi criado em decorrência da necessidade de fortalecer as atividades clínicas farmacêuticas de Campo Grande e buscar a aproximação dos acadêmicos com os profissionais que trabalham nas UBS".

São desenvolvidas pelos acadêmicos nas UBS atividades clínico farmacêuticas, direcionadas à pessoas com doenças crônicas como diabetes, hipertensão, dislipidemias, cessação de tabagismo.  De acordo com Camilia Polisel, "O projeto tem ênfase em doenças crônicas, e faz orientações direcionadas ao uso correto dos medicamentos, descarte, armazenamento domiciliar, triagem para reações adversas dos medicamentos como intoxicação medicamentosa, estimulam também adesão a terapia não só terapia farmacológica como a terapia não farmacológica".

O farmacêutico da Prefeitura Municipal de Campo Grande, Amador Alves Bonifácio trabalha com Camila Polisel na realização do projeto. Bonifácio afirma, "O principal objetivo é a troca de conhecimento entre funcionários e acadêmicos. É útil para os dois lados, tanto para os funcionários que entram em contato com o lado acadêmico quanto para os estudantes, que adquirem maior experiência profissional".

De acordo com Bonifácio, a demanda das unidades de farmácia clínicas existentes em Campo Grande está acima do que os funcionários da prefeitura podem cumprir. “O apoio dos alunos foi fundamental, pois foi possível realizar uma expansão no setor farmacêutico de Campo Grande. Sem o auxílio deles não teríamos dado conta”.

Ainda segundo Bonifácio os acadêmicos realizam outras atividades nas UBS, “Somado ao projeto de pesquisa com os pacientes, são administrados palestras para população com o intuito de conscientizar um uso racional dos medicamentos. Há um certo medo na relação paciente e médico, então o que ocorre é uma maior busca e confiança nos farmacêuticos a respeito de dúvidas".

Para o acadêmico de farmácia da UFMS, Éder Leal o objetivo do projeto é desenvolver a habilidade do farmacêutico de conversar com o paciente. “O profissional de farmácia sempre vai ter contato com o paciente, então ele precisa tanto do conhecimento técnico do medicamento como da habilidade de se comunicar”. Os profissionais e acadêmicos são responsáveis por orientar o paciente desde o momento em que retira o remédio na UBS até o descarte. “A gente dá a orientação de como tomar os medicamentos. Se o remédio pode ser tomado em jejum, ou se precisa comer antes, por exemplo”. 

A farmacêutica Wesllaine Crepaldi Vieira Rocha destaca que a UBS distribui medicamentos para os pacientes gratuitamente. "Nós não trabalhamos com venda, nós focamos mais na saúde do paciente". Ainda segundo Wesllaine Rocha existe a necessidade da conscientização do consumo do remédio. "Um paciente sentia muita dor no estômago diariamente porque tomava o remédio pela manhã, sendo que aquele remédio deveria ser tomado depois do almoço. São coisas simples que o farmacêutico tem o dever de informar ao paciente para que ele tenha o tratamento adequado".

 

O projeto do curso de farmácia da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), "Contribuições do Farmacêutico no Cuidado de Condições Crônicas na Atenção Primária à Saúde" dá assistência às Unidades Básicas de Saúde (UBS) por meio dos acadêmicos. São atendidos pacientes que possuem doenças crônicas não transmissíveis, responsáveis por 72,6% das mortes no Brasil em 2013, segundo o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Coordenado pela professora doutora Camila Guimarães Polisel, o projeto criado em 2015 é uma parceria da UFMS com a Secretaria Municipal de Saúde Pública (SESAU). 


  Os remédios são distribuidos gratuitamente (Foto: Raira Micheli)

De acordo com a professora, o projeto é constituído por bolsistas e voluntários, "Nós temos aproximadamente 10 acadêmicos de farmácia que cobrem seis unidades localizadas em bairros periféricos. Abrimos também vagas para voluntários e bolsistas de outros projetos". Ainda segundo Camila Polisel, "O projeto foi criado em decorrência da necessidade de fortalecer as atividades clínicas farmacêuticas de Campo Grande e buscar a aproximação dos acadêmicos com os profissionais que trabalham nas UBS".

São desenvolvidas pelos acadêmicos nas UBS atividades clínico farmacêuticas, direcionadas à pessoas com doenças crônicas como diabetes, hipertensão, dislipidemias, cessação de tabagismo.  De acordo com Camilia Polisel, "O projeto tem ênfase em doenças crônicas, e faz orientações direcionadas ao uso correto dos medicamentos, descarte, armazenamento domiciliar, triagem para reações adversas dos medicamentos como intoxicação medicamentosa, estimulam também adesão a terapia não só terapia farmacológica como a terapia não farmacológica".

O farmacêutico da Prefeitura Municipal de Campo Grande, Amador Alves Bonifácio trabalha com Camila Polisel na realização do projeto. Bonifácio afirma, "O principal objetivo é a troca de conhecimento entre funcionários e acadêmicos. É útil para os dois lados, tanto para os funcionários que entram em contato com o lado acadêmico quanto para os estudantes, que adquirem maior experiência profissional".

De acordo com Bonifácio, a demanda das unidades de farmácia clínicas existentes em Campo Grande está acima do que os funcionários da prefeitura podem cumprir. “O apoio dos alunos foi fundamental, pois foi possível realizar uma expansão no setor farmacêutico de Campo Grande. Sem o auxílio deles não teríamos dado conta”.

Ainda segundo Bonifácio os acadêmicos realizam outras atividades nas UBS, “Somado ao projeto de pesquisa com os pacientes, são administrados palestras para população com o intuito de conscientizar um uso racional dos medicamentos. Há um certo medo na relação paciente e médico, então o que ocorre é uma maior busca e confiança nos farmacêuticos a respeito de dúvidas".

Para o acadêmico de farmácia da UFMS, Éder Leal o objetivo do projeto é desenvolver a habilidade do farmacêutico de conversar com o paciente. “O profissional de farmácia sempre vai ter contato com o paciente, então ele precisa tanto do conhecimento técnico do medicamento como da habilidade de se comunicar”. Os profissionais e acadêmicos são responsáveis por orientar o paciente desde o momento em que retira o remédio na UBS até o descarte. “A gente dá a orientação de como tomar os medicamentos. Se o remédio pode ser tomado em jejum, ou se precisa comer antes, por exemplo”. 

A farmacêutica Wesllaine Crepaldi Vieira Rocha destaca que a UBS distribui medicamentos para os pacientes gratuitamente. "Nós não trabalhamos com venda, nós focamos mais na saúde do paciente". Ainda segundo Wesllaine Rocha existe a necessidade da conscientização do consumo do remédio. "Um paciente sentia muita dor no estômago diariamente porque tomava o remédio pela manhã, sendo que aquele remédio deveria ser tomado depois do almoço. São coisas simples que o farmacêutico tem o dever de informar ao paciente para que ele tenha o tratamento adequado".

 

O projeto do curso de farmácia da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), "Contribuições do Farmacêutico no Cuidado de Condições Crônicas na Atenção Primária à Saúde" dá assistência às Unidades Básicas de Saúde (UBS) por meio dos acadêmicos. São atendidos pacientes que possuem doenças crônicas não transmissíveis, responsáveis por 72,6% das mortes no Brasil em 2013, segundo o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Coordenado pela professora doutora Camila Guimarães Polisel, o projeto criado em 2015 é uma parceria da UFMS com a Secretaria Municipal de Saúde Pública (SESAU). 


  Os remédios são distribuidos gratuitamente (Foto: Raira Micheli)

De acordo com a professora, o projeto é constituído por bolsistas e voluntários, "Nós temos aproximadamente 10 acadêmicos de farmácia que cobrem seis unidades localizadas em bairros periféricos. Abrimos também vagas para voluntários e bolsistas de outros projetos". Ainda segundo Camila Polisel, "O projeto foi criado em decorrência da necessidade de fortalecer as atividades clínicas farmacêuticas de Campo Grande e buscar a aproximação dos acadêmicos com os profissionais que trabalham nas UBS".

São desenvolvidas pelos acadêmicos nas UBS atividades clínico farmacêuticas, direcionadas à pessoas com doenças crônicas como diabetes, hipertensão, dislipidemias, cessação de tabagismo.  De acordo com Camilia Polisel, "O projeto tem ênfase em doenças crônicas, e faz orientações direcionadas ao uso correto dos medicamentos, descarte, armazenamento domiciliar, triagem para reações adversas dos medicamentos como intoxicação medicamentosa, estimulam também adesão a terapia não só terapia farmacológica como a terapia não farmacológica".

O farmacêutico da Prefeitura Municipal de Campo Grande, Amador Alves Bonifácio trabalha com Camila Polisel na realização do projeto. Bonifácio afirma, "O principal objetivo é a troca de conhecimento entre funcionários e acadêmicos. É útil para os dois lados, tanto para os funcionários que entram em contato com o lado acadêmico quanto para os estudantes, que adquirem maior experiência profissional".

De acordo com Bonifácio, a demanda das unidades de farmácia clínicas existentes em Campo Grande está acima do que os funcionários da prefeitura podem cumprir. “O apoio dos alunos foi fundamental, pois foi possível realizar uma expansão no setor farmacêutico de Campo Grande. Sem o auxílio deles não teríamos dado conta”.

Ainda segundo Bonifácio os acadêmicos realizam outras atividades nas UBS, “Somado ao projeto de pesquisa com os pacientes, são administrados palestras para população com o intuito de conscientizar um uso racional dos medicamentos. Há um certo medo na relação paciente e médico, então o que ocorre é uma maior busca e confiança nos farmacêuticos a respeito de dúvidas".

Para o acadêmico de farmácia da UFMS, Éder Leal o objetivo do projeto é desenvolver a habilidade do farmacêutico de conversar com o paciente. “O profissional de farmácia sempre vai ter contato com o paciente, então ele precisa tanto do conhecimento técnico do medicamento como da habilidade de se comunicar”. Os profissionais e acadêmicos são responsáveis por orientar o paciente desde o momento em que retira o remédio na UBS até o descarte. “A gente dá a orientação de como tomar os medicamentos. Se o remédio pode ser tomado em jejum, ou se precisa comer antes, por exemplo”. 

A farmacêutica Wesllaine Crepaldi Vieira Rocha destaca que a UBS distribui medicamentos para os pacientes gratuitamente. "Nós não trabalhamos com venda, nós focamos mais na saúde do paciente". Ainda segundo Wesllaine Rocha existe a necessidade da conscientização do consumo do remédio. "Um paciente sentia muita dor no estômago diariamente porque tomava o remédio pela manhã, sendo que aquele remédio deveria ser tomado depois do almoço. São coisas simples que o farmacêutico tem o dever de informar ao paciente para que ele tenha o tratamento adequado".

 

O projeto do curso de farmácia da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), "Contribuições do Farmacêutico no Cuidado de Condições Crônicas na Atenção Primária à Saúde" dá assistência às Unidades Básicas de Saúde (UBS) por meio dos acadêmicos. São atendidos pacientes que possuem doenças crônicas não transmissíveis, responsáveis por 72,6% das mortes no Brasil em 2013, segundo o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Coordenado pela professora doutora Camila Guimarães Polisel, o projeto criado em 2015 é uma parceria da UFMS com a Secretaria Municipal de Saúde Pública (SESAU). 


  Os remédios são distribuidos gratuitamente (Foto: Raira Micheli)

De acordo com a professora, o projeto é constituído por bolsistas e voluntários, "Nós temos aproximadamente 10 acadêmicos de farmácia que cobrem seis unidades localizadas em bairros periféricos. Abrimos também vagas para voluntários e bolsistas de outros projetos". Ainda segundo Camila Polisel, "O projeto foi criado em decorrência da necessidade de fortalecer as atividades clínicas farmacêuticas de Campo Grande e buscar a aproximação dos acadêmicos com os profissionais que trabalham nas UBS".

São desenvolvidas pelos acadêmicos nas UBS atividades clínico farmacêuticas, direcionadas à pessoas com doenças crônicas como diabetes, hipertensão, dislipidemias, cessação de tabagismo.  De acordo com Camilia Polisel, "O projeto tem ênfase em doenças crônicas, e faz orientações direcionadas ao uso correto dos medicamentos, descarte, armazenamento domiciliar, triagem para reações adversas dos medicamentos como intoxicação medicamentosa, estimulam também adesão a terapia não só terapia farmacológica como a terapia não farmacológica".

O farmacêutico da Prefeitura Municipal de Campo Grande, Amador Alves Bonifácio trabalha com Camila Polisel na realização do projeto. Bonifácio afirma, "O principal objetivo é a troca de conhecimento entre funcionários e acadêmicos. É útil para os dois lados, tanto para os funcionários que entram em contato com o lado acadêmico quanto para os estudantes, que adquirem maior experiência profissional".

De acordo com Bonifácio, a demanda das unidades de farmácia clínicas existentes em Campo Grande está acima do que os funcionários da prefeitura podem cumprir. “O apoio dos alunos foi fundamental, pois foi possível realizar uma expansão no setor farmacêutico de Campo Grande. Sem o auxílio deles não teríamos dado conta”.

Ainda segundo Bonifácio os acadêmicos realizam outras atividades nas UBS, “Somado ao projeto de pesquisa com os pacientes, são administrados palestras para população com o intuito de conscientizar um uso racional dos medicamentos. Há um certo medo na relação paciente e médico, então o que ocorre é uma maior busca e confiança nos farmacêuticos a respeito de dúvidas".

Para o acadêmico de farmácia da UFMS, Éder Leal o objetivo do projeto é desenvolver a habilidade do farmacêutico de conversar com o paciente. “O profissional de farmácia sempre vai ter contato com o paciente, então ele precisa tanto do conhecimento técnico do medicamento como da habilidade de se comunicar”. Os profissionais e acadêmicos são responsáveis por orientar o paciente desde o momento em que retira o remédio na UBS até o descarte. “A gente dá a orientação de como tomar os medicamentos. Se o remédio pode ser tomado em jejum, ou se precisa comer antes, por exemplo”. 

A farmacêutica Wesllaine Crepaldi Vieira Rocha destaca que a UBS distribui medicamentos para os pacientes gratuitamente. "Nós não trabalhamos com venda, nós focamos mais na saúde do paciente". Ainda segundo Wesllaine Rocha existe a necessidade da conscientização do consumo do remédio. "Um paciente sentia muita dor no estômago diariamente porque tomava o remédio pela manhã, sendo que aquele remédio deveria ser tomado depois do almoço. São coisas simples que o farmacêutico tem o dever de informar ao paciente para que ele tenha o tratamento adequado".

 

O projeto do curso de farmácia da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), "Contribuições do Farmacêutico no Cuidado de Condições Crônicas na Atenção Primária à Saúde" dá assistência às Unidades Básicas de Saúde (UBS) por meio dos acadêmicos. São atendidos pacientes que possuem doenças crônicas não transmissíveis, responsáveis por 72,6% das mortes no Brasil em 2013, segundo o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Coordenado pela professora doutora Camila Guimarães Polisel, o projeto criado em 2015 é uma parceria da UFMS com a Secretaria Municipal de Saúde Pública (SESAU). 


  Os remédios são distribuidos gratuitamente (Foto: Raira Micheli)

De acordo com a professora, o projeto é constituído por bolsistas e voluntários, "Nós temos aproximadamente 10 acadêmicos de farmácia que cobrem seis unidades localizadas em bairros periféricos. Abrimos também vagas para voluntários e bolsistas de outros projetos". Ainda segundo Camila Polisel, "O projeto foi criado em decorrência da necessidade de fortalecer as atividades clínicas farmacêuticas de Campo Grande e buscar a aproximação dos acadêmicos com os profissionais que trabalham nas UBS".

São desenvolvidas pelos acadêmicos nas UBS atividades clínico farmacêuticas, direcionadas à pessoas com doenças crônicas como diabetes, hipertensão, dislipidemias, cessação de tabagismo.  De acordo com Camilia Polisel, "O projeto tem ênfase em doenças crônicas, e faz orientações direcionadas ao uso correto dos medicamentos, descarte, armazenamento domiciliar, triagem para reações adversas dos medicamentos como intoxicação medicamentosa, estimulam também adesão a terapia não só terapia farmacológica como a terapia não farmacológica".

O farmacêutico da Prefeitura Municipal de Campo Grande, Amador Alves Bonifácio trabalha com Camila Polisel na realização do projeto. Bonifácio afirma, "O principal objetivo é a troca de conhecimento entre funcionários e acadêmicos. É útil para os dois lados, tanto para os funcionários que entram em contato com o lado acadêmico quanto para os estudantes, que adquirem maior experiência profissional".

De acordo com Bonifácio, a demanda das unidades de farmácia clínicas existentes em Campo Grande está acima do que os funcionários da prefeitura podem cumprir. “O apoio dos alunos foi fundamental, pois foi possível realizar uma expansão no setor farmacêutico de Campo Grande. Sem o auxílio deles não teríamos dado conta”.

Ainda segundo Bonifácio os acadêmicos realizam outras atividades nas UBS, “Somado ao projeto de pesquisa com os pacientes, são administrados palestras para população com o intuito de conscientizar um uso racional dos medicamentos. Há um certo medo na relação paciente e médico, então o que ocorre é uma maior busca e confiança nos farmacêuticos a respeito de dúvidas".

Para o acadêmico de farmácia da UFMS, Éder Leal o objetivo do projeto é desenvolver a habilidade do farmacêutico de conversar com o paciente. “O profissional de farmácia sempre vai ter contato com o paciente, então ele precisa tanto do conhecimento técnico do medicamento como da habilidade de se comunicar”. Os profissionais e acadêmicos são responsáveis por orientar o paciente desde o momento em que retira o remédio na UBS até o descarte. “A gente dá a orientação de como tomar os medicamentos. Se o remédio pode ser tomado em jejum, ou se precisa comer antes, por exemplo”. 

A farmacêutica Wesllaine Crepaldi Vieira Rocha destaca que a UBS distribui medicamentos para os pacientes gratuitamente. "Nós não trabalhamos com venda, nós focamos mais na saúde do paciente". Ainda segundo Wesllaine Rocha existe a necessidade da conscientização do consumo do remédio. "Um paciente sentia muita dor no estômago diariamente porque tomava o remédio pela manhã, sendo que aquele remédio deveria ser tomado depois do almoço. São coisas simples que o farmacêutico tem o dever de informar ao paciente para que ele tenha o tratamento adequado".

 

O projeto do curso de farmácia da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), "Contribuições do Farmacêutico no Cuidado de Condições Crônicas na Atenção Primária à Saúde" dá assistência às Unidades Básicas de Saúde (UBS) por meio dos acadêmicos. São atendidos pacientes que possuem doenças crônicas não transmissíveis, responsáveis por 72,6% das mortes no Brasil em 2013, segundo o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Coordenado pela professora doutora Camila Guimarães Polisel, o projeto criado em 2015 é uma parceria da UFMS com a Secretaria Municipal de Saúde Pública (SESAU). 


  Os remédios são distribuidos gratuitamente (Foto: Raira Micheli)

De acordo com a professora, o projeto é constituído por bolsistas e voluntários, "Nós temos aproximadamente 10 acadêmicos de farmácia que cobrem seis unidades localizadas em bairros periféricos. Abrimos também vagas para voluntários e bolsistas de outros projetos". Ainda segundo Camila Polisel, "O projeto foi criado em decorrência da necessidade de fortalecer as atividades clínicas farmacêuticas de Campo Grande e buscar a aproximação dos acadêmicos com os profissionais que trabalham nas UBS".

São desenvolvidas pelos acadêmicos nas UBS atividades clínico farmacêuticas, direcionadas à pessoas com doenças crônicas como diabetes, hipertensão, dislipidemias, cessação de tabagismo.  De acordo com Camilia Polisel, "O projeto tem ênfase em doenças crônicas, e faz orientações direcionadas ao uso correto dos medicamentos, descarte, armazenamento domiciliar, triagem para reações adversas dos medicamentos como intoxicação medicamentosa, estimulam também adesão a terapia não só terapia farmacológica como a terapia não farmacológica".

O farmacêutico da Prefeitura Municipal de Campo Grande, Amador Alves Bonifácio trabalha com Camila Polisel na realização do projeto. Bonifácio afirma, "O principal objetivo é a troca de conhecimento entre funcionários e acadêmicos. É útil para os dois lados, tanto para os funcionários que entram em contato com o lado acadêmico quanto para os estudantes, que adquirem maior experiência profissional".

De acordo com Bonifácio, a demanda das unidades de farmácia clínicas existentes em Campo Grande está acima do que os funcionários da prefeitura podem cumprir. “O apoio dos alunos foi fundamental, pois foi possível realizar uma expansão no setor farmacêutico de Campo Grande. Sem o auxílio deles não teríamos dado conta”.

Ainda segundo Bonifácio os acadêmicos realizam outras atividades nas UBS, “Somado ao projeto de pesquisa com os pacientes, são administrados palestras para população com o intuito de conscientizar um uso racional dos medicamentos. Há um certo medo na relação paciente e médico, então o que ocorre é uma maior busca e confiança nos farmacêuticos a respeito de dúvidas".

Para o acadêmico de farmácia da UFMS, Éder Leal o objetivo do projeto é desenvolver a habilidade do farmacêutico de conversar com o paciente. “O profissional de farmácia sempre vai ter contato com o paciente, então ele precisa tanto do conhecimento técnico do medicamento como da habilidade de se comunicar”. Os profissionais e acadêmicos são responsáveis por orientar o paciente desde o momento em que retira o remédio na UBS até o descarte. “A gente dá a orientação de como tomar os medicamentos. Se o remédio pode ser tomado em jejum, ou se precisa comer antes, por exemplo”. 

A farmacêutica Wesllaine Crepaldi Vieira Rocha destaca que a UBS distribui medicamentos para os pacientes gratuitamente. "Nós não trabalhamos com venda, nós focamos mais na saúde do paciente". Ainda segundo Wesllaine Rocha existe a necessidade da conscientização do consumo do remédio. "Um paciente sentia muita dor no estômago diariamente porque tomava o remédio pela manhã, sendo que aquele remédio deveria ser tomado depois do almoço. São coisas simples que o farmacêutico tem o dever de informar ao paciente para que ele tenha o tratamento adequado".

 

O projeto do curso de farmácia da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), "Contribuições do Farmacêutico no Cuidado de Condições Crônicas na Atenção Primária à Saúde" dá assistência às Unidades Básicas de Saúde (UBS) por meio dos acadêmicos. São atendidos pacientes que possuem doenças crônicas não transmissíveis, responsáveis por 72,6% das mortes no Brasil em 2013, segundo o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Coordenado pela professora doutora Camila Guimarães Polisel, o projeto criado em 2015 é uma parceria da UFMS com a Secretaria Municipal de Saúde Pública (SESAU). 


  Os remédios são distribuidos gratuitamente (Foto: Raira Micheli)

De acordo com a professora, o projeto é constituído por bolsistas e voluntários, "Nós temos aproximadamente 10 acadêmicos de farmácia que cobrem seis unidades localizadas em bairros periféricos. Abrimos também vagas para voluntários e bolsistas de outros projetos". Ainda segundo Camila Polisel, "O projeto foi criado em decorrência da necessidade de fortalecer as atividades clínicas farmacêuticas de Campo Grande e buscar a aproximação dos acadêmicos com os profissionais que trabalham nas UBS".

São desenvolvidas pelos acadêmicos nas UBS atividades clínico farmacêuticas, direcionadas à pessoas com doenças crônicas como diabetes, hipertensão, dislipidemias, cessação de tabagismo.  De acordo com Camilia Polisel, "O projeto tem ênfase em doenças crônicas, e faz orientações direcionadas ao uso correto dos medicamentos, descarte, armazenamento domiciliar, triagem para reações adversas dos medicamentos como intoxicação medicamentosa, estimulam também adesão a terapia não só terapia farmacológica como a terapia não farmacológica".

O farmacêutico da Prefeitura Municipal de Campo Grande, Amador Alves Bonifácio trabalha com Camila Polisel na realização do projeto. Bonifácio afirma, "O principal objetivo é a troca de conhecimento entre funcionários e acadêmicos. É útil para os dois lados, tanto para os funcionários que entram em contato com o lado acadêmico quanto para os estudantes, que adquirem maior experiência profissional".

De acordo com Bonifácio, a demanda das unidades de farmácia clínicas existentes em Campo Grande está acima do que os funcionários da prefeitura podem cumprir. “O apoio dos alunos foi fundamental, pois foi possível realizar uma expansão no setor farmacêutico de Campo Grande. Sem o auxílio deles não teríamos dado conta”.

Ainda segundo Bonifácio os acadêmicos realizam outras atividades nas UBS, “Somado ao projeto de pesquisa com os pacientes, são administrados palestras para população com o intuito de conscientizar um uso racional dos medicamentos. Há um certo medo na relação paciente e médico, então o que ocorre é uma maior busca e confiança nos farmacêuticos a respeito de dúvidas".

Para o acadêmico de farmácia da UFMS, Éder Leal o objetivo do projeto é desenvolver a habilidade do farmacêutico de conversar com o paciente. “O profissional de farmácia sempre vai ter contato com o paciente, então ele precisa tanto do conhecimento técnico do medicamento como da habilidade de se comunicar”. Os profissionais e acadêmicos são responsáveis por orientar o paciente desde o momento em que retira o remédio na UBS até o descarte. “A gente dá a orientação de como tomar os medicamentos. Se o remédio pode ser tomado em jejum, ou se precisa comer antes, por exemplo”. 

A farmacêutica Wesllaine Crepaldi Vieira Rocha destaca que a UBS distribui medicamentos para os pacientes gratuitamente. "Nós não trabalhamos com venda, nós focamos mais na saúde do paciente". Ainda segundo Wesllaine Rocha existe a necessidade da conscientização do consumo do remédio. "Um paciente sentia muita dor no estômago diariamente porque tomava o remédio pela manhã, sendo que aquele remédio deveria ser tomado depois do almoço. São coisas simples que o farmacêutico tem o dever de informar ao paciente para que ele tenha o tratamento adequado".

 

O projeto do curso de farmácia da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), "Contribuições do Farmacêutico no Cuidado de Condições Crônicas na Atenção Primária à Saúde" dá assistência às Unidades Básicas de Saúde (UBS) por meio dos acadêmicos. São atendidos pacientes que possuem doenças crônicas não transmissíveis, responsáveis por 72,6% das mortes no Brasil em 2013, segundo o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Coordenado pela professora doutora Camila Guimarães Polisel, o projeto criado em 2015 é uma parceria da UFMS com a Secretaria Municipal de Saúde Pública (SESAU). 


  Os remédios são distribuidos gratuitamente (Foto: Raira Micheli)

De acordo com a professora, o projeto é constituído por bolsistas e voluntários, "Nós temos aproximadamente 10 acadêmicos de farmácia que cobrem seis unidades localizadas em bairros periféricos. Abrimos também vagas para voluntários e bolsistas de outros projetos". Ainda segundo Camila Polisel, "O projeto foi criado em decorrência da necessidade de fortalecer as atividades clínicas farmacêuticas de Campo Grande e buscar a aproximação dos acadêmicos com os profissionais que trabalham nas UBS".

São desenvolvidas pelos acadêmicos nas UBS atividades clínico farmacêuticas, direcionadas à pessoas com doenças crônicas como diabetes, hipertensão, dislipidemias, cessação de tabagismo.  De acordo com Camilia Polisel, "O projeto tem ênfase em doenças crônicas, e faz orientações direcionadas ao uso correto dos medicamentos, descarte, armazenamento domiciliar, triagem para reações adversas dos medicamentos como intoxicação medicamentosa, estimulam também adesão a terapia não só terapia farmacológica como a terapia não farmacológica".

O farmacêutico da Prefeitura Municipal de Campo Grande, Amador Alves Bonifácio trabalha com Camila Polisel na realização do projeto. Bonifácio afirma, "O principal objetivo é a troca de conhecimento entre funcionários e acadêmicos. É útil para os dois lados, tanto para os funcionários que entram em contato com o lado acadêmico quanto para os estudantes, que adquirem maior experiência profissional".

De acordo com Bonifácio, a demanda das unidades de farmácia clínicas existentes em Campo Grande está acima do que os funcionários da prefeitura podem cumprir. “O apoio dos alunos foi fundamental, pois foi possível realizar uma expansão no setor farmacêutico de Campo Grande. Sem o auxílio deles não teríamos dado conta”.

Ainda segundo Bonifácio os acadêmicos realizam outras atividades nas UBS, “Somado ao projeto de pesquisa com os pacientes, são administrados palestras para população com o intuito de conscientizar um uso racional dos medicamentos. Há um certo medo na relação paciente e médico, então o que ocorre é uma maior busca e confiança nos farmacêuticos a respeito de dúvidas".

Para o acadêmico de farmácia da UFMS, Éder Leal o objetivo do projeto é desenvolver a habilidade do farmacêutico de conversar com o paciente. “O profissional de farmácia sempre vai ter contato com o paciente, então ele precisa tanto do conhecimento técnico do medicamento como da habilidade de se comunicar”. Os profissionais e acadêmicos são responsáveis por orientar o paciente desde o momento em que retira o remédio na UBS até o descarte. “A gente dá a orientação de como tomar os medicamentos. Se o remédio pode ser tomado em jejum, ou se precisa comer antes, por exemplo”. 

A farmacêutica Wesllaine Crepaldi Vieira Rocha destaca que a UBS distribui medicamentos para os pacientes gratuitamente. "Nós não trabalhamos com venda, nós focamos mais na saúde do paciente". Ainda segundo Wesllaine Rocha existe a necessidade da conscientização do consumo do remédio. "Um paciente sentia muita dor no estômago diariamente porque tomava o remédio pela manhã, sendo que aquele remédio deveria ser tomado depois do almoço. São coisas simples que o farmacêutico tem o dever de informar ao paciente para que ele tenha o tratamento adequado".

 

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