NOVA IDADE

Expectativa de vida do brasileiro aumenta e Campo Grande, assim como as outras capitais, tem que se adaptar ao perfil de um país com mais idosos

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Mylena Rocha

Nayla Brisoti

Thayná Oliveira

Em Mato Grosso do Sul, pessoas com 60 anos ou mais representavam 9,7% da população, segundo censo realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Projeções apontam que esse grupo deve atingir 17,3% em 2030. O aumento da expectativa de vida e a inversão da pirâmide etária da população são fenômenos típicos de países desenvolvidos. Com o desenvolvimento, o grau de instrução e a qualidade de vida aumentam, e as pessoas tendem a viver mais e a ter menos filhos. Desde o início do século, o tema começou a ser discutido no Brasil, o aumento da população idosa se tornou perceptível e tende a se acentuar nas próximas décadas.

 

Em 2014, ainda segundo o IBGE, a expectativa de vida do brasileiro era de 75,2 anos e, de acordo com dados do Ministério da Saúde a população idosa brasileira era de 28 milhões de pessoas com 60 anos ou mais. O Brasil representa a quinta maior população idosa do mundo e enfrentará desafios no futuro, como o combate às doenças crônico-degenerativas, a manutenção do idoso no mercado de trabalho e de sua autonomia em sociedade.