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  sexta, 22 de setembro de 2017
 
4 de novembro de 2014 - 17h12

Projeto ensina danças acadêmicas à comunidade

Mais de 200 alunos aprendem balé clássico, jazz e dança contemporânea

ANDRÉ MOURA E LUANA CAMPOS
A aluna do projeto Unika Dança se aprensenta na oitava edição do Encontro de ExtensãoA aluna do projeto Unika Dança se aprensenta na oitava edição do Encontro de Extensão  (Foto: Luana Campos)

O Unika Dança, projeto de extensão da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), é uma oportunidade de acesso gratuito ao aprendizado da dança em Campo Grande. O projeto atende aproximadamente 200 alunos da comunidade interna e externa da UFMS.

A coordenadora do Unika Dança, Profª Drª Rosana Cintra salienta que o projeto atende pessoas de todas as classes sociais e oportuniza o acesso às danças acadêmicas. Os alunos estudam balé clássico, jazz e dança contemporânea. O projeto, segundo Rosana Cintra, “cumpre bem sua função de extrapolar os muros da universidade”.

Rosana Cintra afirma que o Unika Dança gera pesquisa e ensino. Funciona como fonte de informação para outros pesquisadores e conteúdo para disciplinas.

Alunas do Unika Dança apresentaram-se durante a oitava edição do Encontro de Extensão (Enex), promovido pela Pró-Reitoria de Extensão, Cultura e Assuntos Estudantis (Preae), nos dias 15 e 16 de outubro, na UFMS. A acadêmica de Arquitetura e Urbanismo, Lana Chaves, membro do grupo, lembra porquê resolveu participar do projeto.

Rosana Cintra enumera as conquistas do projeto em competições realizadas em Campo Grande e outras regiões do país. “A gente foi selecionado para dançar em Joinville, já ganhamos o primeiro lugar em uma mostra aqui na nossa cidade, competindo com todos os grupos de dança, ganhamos o primeiro lugar como melhor espetáculo de dança contemporânea, várias boas classificações em balé clássico e jazz”. Outro resultado que Rosana Cintra menciona é a qualidade de ex alunos que estão trabalhando. “Hoje, tenho bailarinos dançando em companhias grandes de São Paulo. Tenho professoras de balé atuando em igrejas e academias, que foram frutos do nosso projeto”.

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